E quando você pensava que alguém tinha mudado, esse alguém te surpreende mostrando que era outro alguém apenas em sua companhia e vestindo a máscara que dizia que você sempre teve. Esse alguém dizia ter medo do que as pessoas pensavam, quando na verdade se escondia sobre textos publicados e, com certeza, na esperança de que você um dia os lesse e entendesse ao menos uma pequena parte dele.
Mas, aos seus olhos, sobraram pouquíssimos sentimentos, sendo um protagonista e um antagonista, quando o que alguém mais queria que você sentisse outrora era o antagônico. O protagonista vigora em sua força e explendor, mas sente falta de quando era da outra maneira, quando herói e mocinho éram um só e andavam de mãos dadas dentro de seu corpo.
Tudo isso apenas por olhar a vastidão de si mesmo e perceber que você nada mais é que mais um. Mas, apesar de tudo, a comunicação vem, e existe o desprecavimento da parte de alguém.
Então, numa breve viagem ao interior, você descobre que a poeira ainda está lá, perto dos feiches de luz, perto do cíclico, perto do neon rosa. E que ainda toca-o profundamente.
Preciso dar mais alguma bandeira? Ou devo ater-me a descoberta tão óbvia e simples feita aqui, de que quem carrega pureza em seu nome finalmente resolveu dar as caras, e possivelmente, o fez pelos motivos já ditos?
A porta está aberta de novo. Quem irá entrar dessa vez?
22.7.04
20.7.04
Acabei de voltar da maldita. Não foi tão boa quanto a outra, mas foi proveitosa. Fez-me perceber que a casa da matriz me recorda tantas coisas! Desde boas até ruins. Quando a favela hype ainda era na sala que hoje se encontra a sala de vídeo. Quando as pessoas que frequentavam a casa da matriz eram outras e o clima era de relativa novidade para mim, que estava cada dia mais conhecendo pessoas novas e aquilo tudo ainda era supreendendente.
Lembro-me de um dia em que o sofá da sala onde localiza-se a favela hype hoje em dia foi coroado com uma série de carícias. Lembro-me de outro onde a pista de dança nunca viu casal tão unido por diversas situações. Lembro-me da antiga lojinha vendo discussões e pessoas querendo que eu me retirasse da casa por estar com o espírito quente.
Ah, a casa da matriz. Tantas lembranças, tantas coisas, em tão pouco tempo! Terei eu coragem e saco de frequentar aquele lugar tão assíduamente por mais tempo, vendo sempre as mesmas pessoas e conhecendo (praticamente) ninguém novo?
O ano passado foi bom. Esse ano, com tudo que está acontecendo, está sendo BEN pior.
E agora, repito um post do ano passado, mais ou menos da mesma época, só que, agora, com um pequeno ajuste:
2004 será um ano muito solitário para mim
2004 will be a very lonely year to me
(/interna)
Lembro-me de um dia em que o sofá da sala onde localiza-se a favela hype hoje em dia foi coroado com uma série de carícias. Lembro-me de outro onde a pista de dança nunca viu casal tão unido por diversas situações. Lembro-me da antiga lojinha vendo discussões e pessoas querendo que eu me retirasse da casa por estar com o espírito quente.
Ah, a casa da matriz. Tantas lembranças, tantas coisas, em tão pouco tempo! Terei eu coragem e saco de frequentar aquele lugar tão assíduamente por mais tempo, vendo sempre as mesmas pessoas e conhecendo (praticamente) ninguém novo?
O ano passado foi bom. Esse ano, com tudo que está acontecendo, está sendo BEN pior.
E agora, repito um post do ano passado, mais ou menos da mesma época, só que, agora, com um pequeno ajuste:
2004 será um ano muito solitário para mim
2004 will be a very lonely year to me
(/interna)
18.7.04
Essa música vai para uma amiga minha. Uma amiga realmente querida. E uma amiga que realmente precisa dessa mensagem.
Olha lá quem vem do lado oposto
e vem sem gosto de viver
Olha lá os que os bravos são escravos
sãos e salvos de sofrer
Olha lá quem acha que perder
é ser menor na vida
Olha lá quem sempre quer vitória
e perde a glória de chorar
Eu que já não quero mais ser um vencedor,
levo a vida devagar pra não faltar amor
Olha você e diz que não
vive a esconder o coração
Não faz isso, amigo
Já se sabe que você
só procura abrigo
mas não deixa ninguém ver
Por que será ?
Eu que já não sou assim
muito de ganhar
junto às mãos ao meu redor
Faço o melhor que sou capaz
só pra viver em paz.
Nós somos vencedores, menina. Vencedores.
:*
Estarei sempre com você. Por mais que você possa nunca vir a ler esse post.
Olha lá quem vem do lado oposto
e vem sem gosto de viver
Olha lá os que os bravos são escravos
sãos e salvos de sofrer
Olha lá quem acha que perder
é ser menor na vida
Olha lá quem sempre quer vitória
e perde a glória de chorar
Eu que já não quero mais ser um vencedor,
levo a vida devagar pra não faltar amor
Olha você e diz que não
vive a esconder o coração
Não faz isso, amigo
Já se sabe que você
só procura abrigo
mas não deixa ninguém ver
Por que será ?
Eu que já não sou assim
muito de ganhar
junto às mãos ao meu redor
Faço o melhor que sou capaz
só pra viver em paz.
los hermanos - o vencedor
Nós somos vencedores, menina. Vencedores.
:*
Estarei sempre com você. Por mais que você possa nunca vir a ler esse post.
17.7.04
Voltando do show do Los Hermanos, alguns pensamentos me vieram a cabeça, mas o principal foi esse:
- Que saudade da época do bloco!
O show foi bom, mas eu me senti um estranho lá. Como se a banda que um dia me fez pular não estivesse mais lá, como se os meus amigos que compartilharam aquela época comigo não existissem. Como se eu fosse outro, vestido em outras roupas. Porém, sentindo as mesmas coisas - as músicas dos Hermanos ainda me tocam. Principalmente as do bloco. Ai, ai...
Outras considerações: é muito triste que pessoas próximas a você queiram tanto se afastar que o retiram até da sua lista de fãs no orkut. Eu não deveria ligar para essas coisas, mas isso não me deixa acreditar o contrário: eu devo estar me tornando apenas "mais um". Aquele tipo de pessoa que entra na sua vida na hora que você precisa aprender algo com ela e, quando isso acontece, ela se esvai. É como um copo de cerveja. Gelado, gostoso no início, quente no final e sem gostinho de "quero mais". Apenas a lembrança do gelado o faz pedir outra. Mas aí ja é outra cerveja.
Meus pensamentos são minimalistas como eu sou.
Amanhã postarei a letra de uma das músicas novas da Lírio Branco. Estou ansioso: a música ficou legal e, depois de muito tempo, pequena. Fazia tempo que não conseguia fazer uma música de três minutos.
Até. Estou sem palavras por agora.
- Que saudade da época do bloco!
O show foi bom, mas eu me senti um estranho lá. Como se a banda que um dia me fez pular não estivesse mais lá, como se os meus amigos que compartilharam aquela época comigo não existissem. Como se eu fosse outro, vestido em outras roupas. Porém, sentindo as mesmas coisas - as músicas dos Hermanos ainda me tocam. Principalmente as do bloco. Ai, ai...
Outras considerações: é muito triste que pessoas próximas a você queiram tanto se afastar que o retiram até da sua lista de fãs no orkut. Eu não deveria ligar para essas coisas, mas isso não me deixa acreditar o contrário: eu devo estar me tornando apenas "mais um". Aquele tipo de pessoa que entra na sua vida na hora que você precisa aprender algo com ela e, quando isso acontece, ela se esvai. É como um copo de cerveja. Gelado, gostoso no início, quente no final e sem gostinho de "quero mais". Apenas a lembrança do gelado o faz pedir outra. Mas aí ja é outra cerveja.
Meus pensamentos são minimalistas como eu sou.
Amanhã postarei a letra de uma das músicas novas da Lírio Branco. Estou ansioso: a música ficou legal e, depois de muito tempo, pequena. Fazia tempo que não conseguia fazer uma música de três minutos.
Até. Estou sem palavras por agora.
13.7.04
Idéias Malucas III:
As vezes eu tenho vontade de sair escrevendo tudo nesse blog. Tudo que realmente penso, tudo que realmente sinto, parar de vez de florear minhas palavras com metáforas bonitinhas que só eu entendo. Afinal, o que é o bom escritor? Não é aquele que consegue escrever o que todos conseguem entender? Ao menos, para mim sempre foi assim. Não que eu seja um bom escritor (at all) mas eu me esforço. Gostaria muito, também, de escrever um livro, mas isso é tópico para outro "idéias malucas".
Será que devo escrever, então, tudo que realmente quero? É cada vez mais difícil poder se expressar por aqui. Ao contrário de mim, muitas pessoas dão importancia extrema ao que escrevem sobre elas e a internet. Eu descobri que muitos lêem meu blog também, mesmo estando os comentários quase sempre vazios. Por que poucos comentam? Pode ser que a maioria não tenha nada a dizer, mas mesmo assim, é estranha a sensação quando uma pessoa vira para você e lhe diz que não gostou de seu ultimo post.
Acabei de esbarrar, mais uma vez, no problema da ambiguidade: vejam bem, não estou falando de ninguém específico no último parágrafo, como pode certamente parecer. Estou apenas mostrando um descontentamento em não poder falar o que realmente penso no meu espaço por simples capricho de outras pessoas. E eu não sou tão corajo, nem muito menos babaca, a ponto de expor as pessoas se elas simplesmente não querem.
Mas eu gostaria que meu blog pudesse voltar a ser o que era quando se chamava "Cada dia que passa, você está um dia mais morto" ou algo assim. Era um blog muito exclusivo, sem comentários, onde eu sabia que apenas duas pessoas liam - Luiz e Bela. Se bem que, naquela época, eu conhecia bem menos pessoas do que conheço hoje e tinha vivido bem menos coisas.
Então, como todo Idéias Malucas termina com uma pergunta, aqui vai:
- Devo escrever o que realmente penso sobre todos e não usar fru-frus de linguagem para esconder as coisas?
***
Cara, por que toda maldita é sempre foda? Essa ultima então, foi uma loucura só. Valeu muito a pena - e olha que eu estava com pouquíssimo dinheiro.
Até breve.
As vezes eu tenho vontade de sair escrevendo tudo nesse blog. Tudo que realmente penso, tudo que realmente sinto, parar de vez de florear minhas palavras com metáforas bonitinhas que só eu entendo. Afinal, o que é o bom escritor? Não é aquele que consegue escrever o que todos conseguem entender? Ao menos, para mim sempre foi assim. Não que eu seja um bom escritor (at all) mas eu me esforço. Gostaria muito, também, de escrever um livro, mas isso é tópico para outro "idéias malucas".
Será que devo escrever, então, tudo que realmente quero? É cada vez mais difícil poder se expressar por aqui. Ao contrário de mim, muitas pessoas dão importancia extrema ao que escrevem sobre elas e a internet. Eu descobri que muitos lêem meu blog também, mesmo estando os comentários quase sempre vazios. Por que poucos comentam? Pode ser que a maioria não tenha nada a dizer, mas mesmo assim, é estranha a sensação quando uma pessoa vira para você e lhe diz que não gostou de seu ultimo post.
Acabei de esbarrar, mais uma vez, no problema da ambiguidade: vejam bem, não estou falando de ninguém específico no último parágrafo, como pode certamente parecer. Estou apenas mostrando um descontentamento em não poder falar o que realmente penso no meu espaço por simples capricho de outras pessoas. E eu não sou tão corajo, nem muito menos babaca, a ponto de expor as pessoas se elas simplesmente não querem.
Mas eu gostaria que meu blog pudesse voltar a ser o que era quando se chamava "Cada dia que passa, você está um dia mais morto" ou algo assim. Era um blog muito exclusivo, sem comentários, onde eu sabia que apenas duas pessoas liam - Luiz e Bela. Se bem que, naquela época, eu conhecia bem menos pessoas do que conheço hoje e tinha vivido bem menos coisas.
Então, como todo Idéias Malucas termina com uma pergunta, aqui vai:
- Devo escrever o que realmente penso sobre todos e não usar fru-frus de linguagem para esconder as coisas?
***
Cara, por que toda maldita é sempre foda? Essa ultima então, foi uma loucura só. Valeu muito a pena - e olha que eu estava com pouquíssimo dinheiro.
Até breve.
10.7.04
idéias malucas parte II:
Vem me ocorrendo já tem uns anos fazer um disco inteiramente solo, com músicas pop - violão, guitarra, baixo, bateria - apenas pelo gosto de tocar músicas legais, com melodias bonitas e simples. Nada de fru-frus experimentais e presunçosos (como é de meu feitio), apenas música de violão.
Eu tocaria todos os instrumentos do álbum - e, quem sabe, até me arriscaria a tocar teclado numa música que fiz. Seria um disco gostoso de escutar, daqueles que a gente coloca numa festa, ou mesmo então, daqueles que a gente quer escutar para se sentir bem. Músicas leves, como um Ben Kweller ou um Sondre Lerche fazem.
Já cheguei a pensar em vários conceitos para um disco e já cheguei a colocar em prática um projetinho experimental solo chamado Trigger Cap (nome horrível, não?), mas esse cd nada teria a ver com isso. Seria apenas (soft) rock. Não como um The Calling da vida, e sim, como "música boa feita para qualquer hora".
Meus únicos receios de gravar um disco desse são que talvez eu não consiga tocar bateria direito (embora eu tenha praticado e a bateria que penso para tal projeto seja extremamente minimista), que eu gaste muito dinheiro e que a gravação fique uma porcaria (como, geralmente, gravações independentes são).
O tema principal seria, obviamente, músicas de amor, mas não a visão amarga que tenho imprimido sempre na Lírio Branco - seriam amores bem sucedidos, daqueles "e eles viveram felizes para sempre". Aquele tipo de sentimento que todo mundo quer ter, todo mundo que ouvir, mas que realmente ninguém tem.
Já cheguei até a pensar em mesclar algumas coisas que tivessem a ver com "sol" e "calor", já que um amor bem sucedido, ao meu ver, aquece o corpo e o espírito e nos eleva a um estado especial, sendo esse estado quase impossível de passar para o papel. Existem poucas músicas em que eu realmente tenha conseguido isso e - ironicamente - as fiz quando estava no fundo do poço.
Essa empreitada também seria uma maneira de fugir um pouco das influências claras de My Bloody Valentine e Bright Eyes que a Lírio Branco vem mostrando ultimamente. Além, é óbvio, do tema corriqueiro do "choro", onde em (quase) todas as músicas têm o verbo "chorar" no meio. Tem até uma música que se chama "chorar"!
Ah, e eu não chamaria o disco de "Felipe Fortes". Não gosto. Eu criaria um pseudônimo, tipo Phillip Puddle (tá, foi um péssimo exemplo, mas é que gosto muito da idéia de duas letras iguais no início do nome/sobrenome).
Devo tentar?
Vem me ocorrendo já tem uns anos fazer um disco inteiramente solo, com músicas pop - violão, guitarra, baixo, bateria - apenas pelo gosto de tocar músicas legais, com melodias bonitas e simples. Nada de fru-frus experimentais e presunçosos (como é de meu feitio), apenas música de violão.
Eu tocaria todos os instrumentos do álbum - e, quem sabe, até me arriscaria a tocar teclado numa música que fiz. Seria um disco gostoso de escutar, daqueles que a gente coloca numa festa, ou mesmo então, daqueles que a gente quer escutar para se sentir bem. Músicas leves, como um Ben Kweller ou um Sondre Lerche fazem.
Já cheguei a pensar em vários conceitos para um disco e já cheguei a colocar em prática um projetinho experimental solo chamado Trigger Cap (nome horrível, não?), mas esse cd nada teria a ver com isso. Seria apenas (soft) rock. Não como um The Calling da vida, e sim, como "música boa feita para qualquer hora".
Meus únicos receios de gravar um disco desse são que talvez eu não consiga tocar bateria direito (embora eu tenha praticado e a bateria que penso para tal projeto seja extremamente minimista), que eu gaste muito dinheiro e que a gravação fique uma porcaria (como, geralmente, gravações independentes são).
O tema principal seria, obviamente, músicas de amor, mas não a visão amarga que tenho imprimido sempre na Lírio Branco - seriam amores bem sucedidos, daqueles "e eles viveram felizes para sempre". Aquele tipo de sentimento que todo mundo quer ter, todo mundo que ouvir, mas que realmente ninguém tem.
Já cheguei até a pensar em mesclar algumas coisas que tivessem a ver com "sol" e "calor", já que um amor bem sucedido, ao meu ver, aquece o corpo e o espírito e nos eleva a um estado especial, sendo esse estado quase impossível de passar para o papel. Existem poucas músicas em que eu realmente tenha conseguido isso e - ironicamente - as fiz quando estava no fundo do poço.
Essa empreitada também seria uma maneira de fugir um pouco das influências claras de My Bloody Valentine e Bright Eyes que a Lírio Branco vem mostrando ultimamente. Além, é óbvio, do tema corriqueiro do "choro", onde em (quase) todas as músicas têm o verbo "chorar" no meio. Tem até uma música que se chama "chorar"!
Ah, e eu não chamaria o disco de "Felipe Fortes". Não gosto. Eu criaria um pseudônimo, tipo Phillip Puddle (tá, foi um péssimo exemplo, mas é que gosto muito da idéia de duas letras iguais no início do nome/sobrenome).
Devo tentar?
7.7.04
Eu estou muito insatisfeito comigo mesmo. Estou insatisfeito com tudo. O que posso fazer para melhorar? O que posso fazer para aparecer. Começo a achar que certas coisas já não têm mais espaço em minha vida e que preciso retirá-las para dar espaço para outras. Mas complica mesmo quando até o que você achava que fazia bem parece-lhe insuficiente, fraco, apagado.
Am I fadding away?
Am I fadding away?
"quando ela me ver vestida de vermelho eu irei chorar..."
ontem, gravamos 4 músicas ao vivo num estúdio aqui na barra. foi divertida a gravação, apesar do torres não poder ter ido.
vocês podem pegar as músicas aqui:
geogeo @ angelfire
até...
"...que sou quem ela ama e vestida de vermelho, ela vai negar."
ontem, gravamos 4 músicas ao vivo num estúdio aqui na barra. foi divertida a gravação, apesar do torres não poder ter ido.
vocês podem pegar as músicas aqui:
geogeo @ angelfire
até...
"...que sou quem ela ama e vestida de vermelho, ela vai negar."
3.7.04
Por que certas pessoas queridas insistem em fugir quando você mais as precisa por perto? Antigamente, isso era apenas uma impressão que eu tinha, ouvindo amigos meus. Achava que era exagero deles. Percebo que não, agora. Estou me sentindo cada vez mais sozinho. E ninguém parece se importar. Tento dar meu amor a todos meus amigos. As vezes, dou até demais e as pessoas parecem não entender o que sinto. Tudo bem.
Quando sofro minhas crises, parece que ninguém está lá para mim.
E estou sofrendo uma crise agora.
argh. chega.
Quando sofro minhas crises, parece que ninguém está lá para mim.
E estou sofrendo uma crise agora.
argh. chega.
2.7.04
Hoje, pensei num roteiro para um filme.
Não seria grande coisa. Quase não teria falas, seria regado a sons bons, e teria uma história, confesso, pra lá de depressiva. Algo que fizesse as pessoas pensarem. Tenho medo de que soe clichê, pois sei que isso já foi feito antes. O que me consola é que nunca foi feito da minha maneira de ver as coisas. Além disso, acho que um filme feito por mim seria apenas um capricho, uma tentativa de aprender (mais uma coisa) sozinho. Eu e minha eterna presunção de ser artista, mesmo sabendo que muitas vezes posso parecer infantil, precipitado e... raso.
Não que eu tenha medo de que o filme que montei com carinho na minha cabeça seja superficial. Tenho receios, sim, de que seja uma empreitada infeliz. E não valerá a pena gastar dinheiro com algo que talvez não me satisfaça. Porque as coisas nunca sairiam da maneira que quero, pois eu dependeria de outras pessoas, desde atores até camera-mans. E eu precisaria de um mínimo de conhecimento cinematográfico - embora a idéia de fazer algo totalmente do zero, sem conhecimento algum, me apele muito. Vai que eu consigo fazer uma obra prima baseada no meu bom gosto? Seria muito bacana.
Bacana mesmo, também, ficaria a cena do encontro da protagonista (sim, a personagem principal seria uma garota nos seus 20, 21 anos) numa casa noturna com o antagonista - e causador das desaventuras que viriam a acontecer com a menina. Eu já pensei em tudo, na luz vermelha, nas roupas, na fumaça, nos raios amarelos, na música do my bloody valentine, no rapaz falando que gostou dos sapatos dela, na música do bright eyes, no vazio do dia seguinte...
hmmmmmm....
Do rapaz em casa, colocando death cab for cutie, pensando que ela é linda, mas não significa nada para ele. Na desperança, no cinza, nos cigarros europeus, na sinfonia de miséria e gozo.
Eu não consigo desassociar imagens a sons e vice-versa.
Será que vale a pena chamar uns amigos e fazer um filme amador? Eu poderia escrever esse roteiro em um dia, como algo que sairia de súbito da minha cabeça, como algo que sempre esteve guardado aqui dentro e que conserva uma beleza da maneira como vejo beleza. E é uma visão bem pessoal, porque o cinza é lindo, o preto e branco é emotivo e surpreendente e as texturas coloridas são sempre estranhas.
Okay. Preciso parar de divagar. Mas é que a idéia é tão boa que me dá nos nervos! Eu falando de cinema, de querer fazer um filme, realmente deve soar estranho. Eu que nunca realmente liguei para cinema. Mas as vezes é legal entrar em assuntos assim, estranhos. Por mais que saibamos alguma coisa, as pessoas acham que somos leigos totais e isso pode ser proveitoso.
Bah, já chega.
Ah. DEATH CAB FOR CUTIE. Como uma banda me faz chorar tanto?
Não seria grande coisa. Quase não teria falas, seria regado a sons bons, e teria uma história, confesso, pra lá de depressiva. Algo que fizesse as pessoas pensarem. Tenho medo de que soe clichê, pois sei que isso já foi feito antes. O que me consola é que nunca foi feito da minha maneira de ver as coisas. Além disso, acho que um filme feito por mim seria apenas um capricho, uma tentativa de aprender (mais uma coisa) sozinho. Eu e minha eterna presunção de ser artista, mesmo sabendo que muitas vezes posso parecer infantil, precipitado e... raso.
Não que eu tenha medo de que o filme que montei com carinho na minha cabeça seja superficial. Tenho receios, sim, de que seja uma empreitada infeliz. E não valerá a pena gastar dinheiro com algo que talvez não me satisfaça. Porque as coisas nunca sairiam da maneira que quero, pois eu dependeria de outras pessoas, desde atores até camera-mans. E eu precisaria de um mínimo de conhecimento cinematográfico - embora a idéia de fazer algo totalmente do zero, sem conhecimento algum, me apele muito. Vai que eu consigo fazer uma obra prima baseada no meu bom gosto? Seria muito bacana.
Bacana mesmo, também, ficaria a cena do encontro da protagonista (sim, a personagem principal seria uma garota nos seus 20, 21 anos) numa casa noturna com o antagonista - e causador das desaventuras que viriam a acontecer com a menina. Eu já pensei em tudo, na luz vermelha, nas roupas, na fumaça, nos raios amarelos, na música do my bloody valentine, no rapaz falando que gostou dos sapatos dela, na música do bright eyes, no vazio do dia seguinte...
hmmmmmm....
Do rapaz em casa, colocando death cab for cutie, pensando que ela é linda, mas não significa nada para ele. Na desperança, no cinza, nos cigarros europeus, na sinfonia de miséria e gozo.
Eu não consigo desassociar imagens a sons e vice-versa.
Será que vale a pena chamar uns amigos e fazer um filme amador? Eu poderia escrever esse roteiro em um dia, como algo que sairia de súbito da minha cabeça, como algo que sempre esteve guardado aqui dentro e que conserva uma beleza da maneira como vejo beleza. E é uma visão bem pessoal, porque o cinza é lindo, o preto e branco é emotivo e surpreendente e as texturas coloridas são sempre estranhas.
Okay. Preciso parar de divagar. Mas é que a idéia é tão boa que me dá nos nervos! Eu falando de cinema, de querer fazer um filme, realmente deve soar estranho. Eu que nunca realmente liguei para cinema. Mas as vezes é legal entrar em assuntos assim, estranhos. Por mais que saibamos alguma coisa, as pessoas acham que somos leigos totais e isso pode ser proveitoso.
Bah, já chega.
Ah. DEATH CAB FOR CUTIE. Como uma banda me faz chorar tanto?
29.6.04
O que foi a seleção de clipes que acabei de ver agora na MTV? Liguei a tv enquanto preparava umas torradas e a primeira banda a tocar é Lush. Cara, Lush na emetêvê!
Logo depois, rolou o video novo da PJ Harvey, Dead Letter. Musicão eim? Aliás, o disco novo dela, Uh Huh Her está muito bom, escutem.
Mazzy Star em seguida. Cara, como assim? O que aconteceu com essa emissora hoje?
Dando continuidade, Los Hermanos. Não com as músicas chatas e já gastas do Ventura, mas sim com "Sentimental". Bem legal, mesmo porque depois teve Dave Matthews (não -Band, como colocaram na legenda da música. A música apresentada foi a do disco solo dele, some devil, que nunca parei para escutar porque o gordinho nunca conseguirá alcançar o nível de um before these crowded streets.)
Percebi que a série de vídeos bons ia acabar quando eles resolveram colocar Collective Soul. Daí, aqui estou, no meu quarto, acordado, tossindo. E escutando Death Cab For Cutie.
Logo depois, rolou o video novo da PJ Harvey, Dead Letter. Musicão eim? Aliás, o disco novo dela, Uh Huh Her está muito bom, escutem.
Mazzy Star em seguida. Cara, como assim? O que aconteceu com essa emissora hoje?
Dando continuidade, Los Hermanos. Não com as músicas chatas e já gastas do Ventura, mas sim com "Sentimental". Bem legal, mesmo porque depois teve Dave Matthews (não -Band, como colocaram na legenda da música. A música apresentada foi a do disco solo dele, some devil, que nunca parei para escutar porque o gordinho nunca conseguirá alcançar o nível de um before these crowded streets.)
Percebi que a série de vídeos bons ia acabar quando eles resolveram colocar Collective Soul. Daí, aqui estou, no meu quarto, acordado, tossindo. E escutando Death Cab For Cutie.
28.6.04
Wet ground and the snow is still not falling
Circumstances are alarming, darling
The future is just a word, that's how I recall it
The past is much more present in our yawning
But I heard you right
Something was lost from the start
Oh babe, what should we do, what should we say?
Should we give it away?
The future looked so bright then
What happened tonight?
Now aeroplanes are crashing
Who turned out the light?
Seemingly it seems to me I'm subject to a joke
And it's not a test
Wet ground and the stars are still out shining
Neon lights were never oh, so blinding
Prosecute the ones who stand accused
Let the others go or leave them dying
But I heard you right
Everything was here before
We shouldn't add or put away a thing
Let nobody win
The future looked so bright then
What happened tonight?
Now aeroplanes are crashing
Who turned out the light?
Seemingly it seems to me I'm subject to a joke
And it's not a sin
Circumstances are alarming, darling
The future is just a word, that's how I recall it
The past is much more present in our yawning
But I heard you right
Something was lost from the start
Oh babe, what should we do, what should we say?
Should we give it away?
The future looked so bright then
What happened tonight?
Now aeroplanes are crashing
Who turned out the light?
Seemingly it seems to me I'm subject to a joke
And it's not a test
Wet ground and the stars are still out shining
Neon lights were never oh, so blinding
Prosecute the ones who stand accused
Let the others go or leave them dying
But I heard you right
Everything was here before
We shouldn't add or put away a thing
Let nobody win
The future looked so bright then
What happened tonight?
Now aeroplanes are crashing
Who turned out the light?
Seemingly it seems to me I'm subject to a joke
And it's not a sin
24.6.04
O novo disco do Sondre Lerche é sensacional. Two Way Monologue é o nome, e é também o nome da melhor música do disco, onde ele consegue mostrar todas suas influências, que vão desde a música brasileira, os Beach Boys e o indie rock. Isso sem contar que o disco tem um trabalho primoroso de produção - os arranjos são bem trabalhados, desde os corais à lá beach boys até os arranjos de cordas. Tudo montadinho, tudo perfeitinho.
É daqueles discos que a gente escuta, escuta e escuta e a cada escutada ele faz melhor para nós. E eu estava precisando de um disco tão gostoso e alto astral como esse. Isso sem contar que a voz de Lerche continua a mesma - uma voz suave de ouvir.
É daqueles discos que a gente escuta, escuta e escuta e a cada escutada ele faz melhor para nós. E eu estava precisando de um disco tão gostoso e alto astral como esse. Isso sem contar que a voz de Lerche continua a mesma - uma voz suave de ouvir.
23.6.04
Cabeça fora do lugar, surtos estranhos, indecisão, medo, tristeza, fuga, bebedeira, cigarros, simplicidade. Não poderia acontecer de outra maneira: adoeci.
De tantos problemas na cabeça, meu corpo acabou por enfraquecer e eu contraí a gripe - a sensação do momento. Me sinto fraco, meu nariz está entupido, a cabeça tomba, minha garganta reclama. Isso sem contar os sintomas psicológicos que ainda me aflingem. E vão demorar a parar.
Mas uma coisa é curiosa: essa malade fez com que eu me acalmasse um pouco. Os movimentos estão mais lentos, o corpo pede por descanço. Com meu cérebro não é diferente. Mas acho que esse vírus apareceu para que eu me acalmasse. E está conseguindo de maneira primorosa.
Plus, I really need(ed) a break.
Agora que estou mais calmo - mesmo que de maneira forçada - alguns pensamentos sumiram de minha cabeça. Como uma peneira no suco de laranja (oke, sei que existem pessoas que preferem sem a peneira. mas não é legal variar um pouco? Eu mesmo, muitas vezes, tomo suco de laranja não coado). O suco fica mais ralo e as impurezas foram quase todas embora.
O problema é se existe uma laranja podre na composição do suco.
Haha, não é a primeira vez que eu faço uma metáfora usando frutas. Realmente, é bem simples. Eu estou me repetindo de novo, mas isso não é tão importante agora... Talvez eu fale mais sobre isso num post futuro, mas esse aqui não merece isso.
Estou escutando o disco do Mew. Não o escutava fazia muito tempo. Antes de ontem, um amigo meu disse-me que Mew é shoegaze revival. Eu concordo com ele em parte. Falta ao Mew a ambição de brincar com texturas musicais, como fez o Slowdive. Falta, também, um apurado gosto para o pop como o caso do Ride ou do Catherine Wheel. Falta a genialidade de um Kevin Shields.
Mas o Frengers é apenas o primeiro disco da banda. Vamos ver para onde esses europeus vão evoluir. O caminho mais claro é a música eletronica, então por favor tomem outro caminho e me surpreendam. Mas com bom gosto, por favor.
Não, esse post não é um post felizinho como muitos podem achar. Esse é apenas um post falando dos mesmos assuntos de maneira diferente. Assim como eu, minha maneira de escrever está mudando radicalmente.
A única coisa que em mim permanece imutável poucas pessoas conhecem.
De tantos problemas na cabeça, meu corpo acabou por enfraquecer e eu contraí a gripe - a sensação do momento. Me sinto fraco, meu nariz está entupido, a cabeça tomba, minha garganta reclama. Isso sem contar os sintomas psicológicos que ainda me aflingem. E vão demorar a parar.
Mas uma coisa é curiosa: essa malade fez com que eu me acalmasse um pouco. Os movimentos estão mais lentos, o corpo pede por descanço. Com meu cérebro não é diferente. Mas acho que esse vírus apareceu para que eu me acalmasse. E está conseguindo de maneira primorosa.
Plus, I really need(ed) a break.
Agora que estou mais calmo - mesmo que de maneira forçada - alguns pensamentos sumiram de minha cabeça. Como uma peneira no suco de laranja (oke, sei que existem pessoas que preferem sem a peneira. mas não é legal variar um pouco? Eu mesmo, muitas vezes, tomo suco de laranja não coado). O suco fica mais ralo e as impurezas foram quase todas embora.
O problema é se existe uma laranja podre na composição do suco.
Haha, não é a primeira vez que eu faço uma metáfora usando frutas. Realmente, é bem simples. Eu estou me repetindo de novo, mas isso não é tão importante agora... Talvez eu fale mais sobre isso num post futuro, mas esse aqui não merece isso.
Estou escutando o disco do Mew. Não o escutava fazia muito tempo. Antes de ontem, um amigo meu disse-me que Mew é shoegaze revival. Eu concordo com ele em parte. Falta ao Mew a ambição de brincar com texturas musicais, como fez o Slowdive. Falta, também, um apurado gosto para o pop como o caso do Ride ou do Catherine Wheel. Falta a genialidade de um Kevin Shields.
Mas o Frengers é apenas o primeiro disco da banda. Vamos ver para onde esses europeus vão evoluir. O caminho mais claro é a música eletronica, então por favor tomem outro caminho e me surpreendam. Mas com bom gosto, por favor.
Não, esse post não é um post felizinho como muitos podem achar. Esse é apenas um post falando dos mesmos assuntos de maneira diferente. Assim como eu, minha maneira de escrever está mudando radicalmente.
A única coisa que em mim permanece imutável poucas pessoas conhecem.
21.6.04
Daqui a pouco eu começo a reclamar de novo nesse blog. Estou sentindo ferver dentro de mim algo do passado, algo que, talvez, nunca tenha morrido e que, volta e meia, insiste em me atordoar. As vezes vem como um vômito, que consigo segurar. As vezes não - vem como um vulcão entrando em erupção, onde o que é cuspido muitas vezes fede mais que o vômito e arde mais que magma. E ao cair no chão, borbulha como aqueles líquidos verdes de desenho animado que assistíamos quando éramos crianças. A diferença é que esse líquido é real e nocivo. Corroi como ácido sulfúrico.
E aí, meus amigos, o estrago já está feito, e não há nada mais que possa ser feito. As paredes já foram corroídas, o líquido já está lá.
Muitas vezes, outro líquido vaza de outro compartimento corpóreo, esse não tão aberto como a boca. Seu movimento é sutil, seu gosto azedo. Mas, ainda assim, vem em abundância, ainda mais quando não se consegue expressar o que realmente sente, ou quando as palavras fogem, ou quando você sente falta daquilo que nunca mais poderá ter, ou quando comete os mesmos erros de sempre. et cetera.
Eu desisto. Eu não aguento mais essa minha cabeça fervilhando pensamentos, não aguento ter que pensar pelos outros e receber os problemas dos mesmos sem que ao menos uma pessoa dedique o tempo dela para mim.
Tá, vocês já entenderam tudo, eu sou previsível demais. Eu estou com uma crise braba de solidão e eu estou sendo direto como geralmente nunca sou. Parece-me que as metáforas bonitinhas que vinha usando antes são nada mais, nada menos, que merda. Isso mesmo.
Eu estou começando a ficar com raiva de quem sou. Vontade de mudar totalmente tudo, mas sem poder.
Eu me cansei. Tenho altas vontades que sei não vou cumprir. E todos parecem felizes demais, todos parecem agradecidos demais. Tudo parece hipócrita demais, como se estivessem sempre rindo às minhas costas e isso dói. Uma mistura paranóica de algo indevido no momento indevido.
Que bom que o período está acabando. Assim terei mais tempo para sair dessa gaiola que os entendidos chamam de "indie" ou "underground".
Não liguem. Eu estou surtado. Tem mais de duas semanas.
E aí, meus amigos, o estrago já está feito, e não há nada mais que possa ser feito. As paredes já foram corroídas, o líquido já está lá.
Muitas vezes, outro líquido vaza de outro compartimento corpóreo, esse não tão aberto como a boca. Seu movimento é sutil, seu gosto azedo. Mas, ainda assim, vem em abundância, ainda mais quando não se consegue expressar o que realmente sente, ou quando as palavras fogem, ou quando você sente falta daquilo que nunca mais poderá ter, ou quando comete os mesmos erros de sempre. et cetera.
Eu desisto. Eu não aguento mais essa minha cabeça fervilhando pensamentos, não aguento ter que pensar pelos outros e receber os problemas dos mesmos sem que ao menos uma pessoa dedique o tempo dela para mim.
Tá, vocês já entenderam tudo, eu sou previsível demais. Eu estou com uma crise braba de solidão e eu estou sendo direto como geralmente nunca sou. Parece-me que as metáforas bonitinhas que vinha usando antes são nada mais, nada menos, que merda. Isso mesmo.
Eu estou começando a ficar com raiva de quem sou. Vontade de mudar totalmente tudo, mas sem poder.
Eu me cansei. Tenho altas vontades que sei não vou cumprir. E todos parecem felizes demais, todos parecem agradecidos demais. Tudo parece hipócrita demais, como se estivessem sempre rindo às minhas costas e isso dói. Uma mistura paranóica de algo indevido no momento indevido.
Que bom que o período está acabando. Assim terei mais tempo para sair dessa gaiola que os entendidos chamam de "indie" ou "underground".
Não liguem. Eu estou surtado. Tem mais de duas semanas.
20.6.04
Ganhei um violão muito fera de aniversário. É um Takamine de aço. Para quem não entende nada de violão, isso significa que as cordas são de aço, não o violão.
Ele é eletro-acústico, logo, o usarei nos shows da Lírio Branco. As musicas começaram a brotar também, afinal, é um novo instrumento e sempre aparecem coisas novas quando estou tocando num instrumento diferente - acreditem se quiser. Aconteceu assim com "meia cinza", música da Lírio Branco, composta basicamente no yamaha de aço de meu tio.
Eu poderia ficar falando horas e horas do meu presente (tá, estou parecendo uma criança, mas, se tem uma coisa que me deixa feliz, são instrumetos musicais. Ainda mais quando são novos e meus) mas existem outros assuntos a serem tratados.
Eu vou pegar as matérias do curso de letras no próximo periodo. Acho legal essa mudança - estou me sentindo cada vez mais insatisfeito ao fazer as coisas que fazia antes. Parece que o gosto por elas vai morrendo lentamente.
Antigamente, mudar era mais fácil. As mudanças vinham naturalmente. Agora, parece que terei que procurar por elas e isso cansa muito. Embora isso também seja uma mudança, o que me deixa feliz.
Minha festinha de aniversário foi um sucesso, como a do ano passado. Pessoas diferentes esse ano, porém. E as pessoas que convidei ano passado que não foram, vieram esse ano. Fun, fun, fun.
Finalmente estou conseguindo me ajeitar depois de tanto tempo.
Bem, é isso. Mais depois.
Ele é eletro-acústico, logo, o usarei nos shows da Lírio Branco. As musicas começaram a brotar também, afinal, é um novo instrumento e sempre aparecem coisas novas quando estou tocando num instrumento diferente - acreditem se quiser. Aconteceu assim com "meia cinza", música da Lírio Branco, composta basicamente no yamaha de aço de meu tio.
Eu poderia ficar falando horas e horas do meu presente (tá, estou parecendo uma criança, mas, se tem uma coisa que me deixa feliz, são instrumetos musicais. Ainda mais quando são novos e meus) mas existem outros assuntos a serem tratados.
Eu vou pegar as matérias do curso de letras no próximo periodo. Acho legal essa mudança - estou me sentindo cada vez mais insatisfeito ao fazer as coisas que fazia antes. Parece que o gosto por elas vai morrendo lentamente.
Antigamente, mudar era mais fácil. As mudanças vinham naturalmente. Agora, parece que terei que procurar por elas e isso cansa muito. Embora isso também seja uma mudança, o que me deixa feliz.
Minha festinha de aniversário foi um sucesso, como a do ano passado. Pessoas diferentes esse ano, porém. E as pessoas que convidei ano passado que não foram, vieram esse ano. Fun, fun, fun.
Finalmente estou conseguindo me ajeitar depois de tanto tempo.
Bem, é isso. Mais depois.
16.6.04
Ragnarok Online é daqueles jogos que quando você começa a brincar, não te chama muito a atenção, mas você vai jogando mesmo assim. Logo depois de algum tempo, você já está completamente viciado e envolvido com o gameplay. E, convenhamos, os gráficos de Ragnarok são lindos.
Droga. Estou viciado.
Quem quer jogar? :)
Droga. Estou viciado.
Quem quer jogar? :)
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