Some of you may already have heard the news that Sigur Rós have now left FatCat. Since coming to an amicable agreement with us, they have decided to sign a deal with EMI. Having discovered the band from being virtually unknown and helped build them up into a position they now find themselves, we wish the band all the best for the future and hope that EMI will provide them with the both the creative freedom, nurturing care and attention to detail that they received here.
- Esse foi o primeiro parágrafo do ultimo e-mail que recebi da fat cat records - eu faço parte da mailing list deles.
Bem, o Sigur Rós foi contratado pela EMI. Isso pode significar apenas duas coisas:
- Ou a banda vai piorar absurdamente para atender aos pedidos da gravadora (creative freedom é realmente algo difícil de se obter com big shots)
- Ou a banda vai gravar sua masterpiece com um produtor foda que só a gravadora pode bancar.
Vamos esperar.
Observação: agora que o sigur rós saiu da fatcat, acho que vou sair da mailing list. Se bem que ainda tem o Múm. hmmm.
31.1.04
27.1.04
- Assim que quer, assim será, eu vou para não voltar!
- Toma esse anel, que é para anular o céu, o sol, o mar.
- Eu não queria ir assim tão triste, triste...
- Vem dizer adeus ao que restou de quem um dia foi feliz.
Há de encontrar um encantador. Um novo ou velho amor vai te levar leve a vagar prum lar de fina-flor. E você vai ser mais feliz longe de mim. Por isso eu vou mas não me peça para amar outra mulher que não você.
Sei que seu fel fenecerá em nome de nós dois... a chuva do céu se encerrará para ver nosso depois. Como vai ser ruim demais olhar o tempo ir sem ver os seus abraços, seu sorriso ou suas rimas de amor.
***
Adeus você. Eu hoje vou pro lado de lá. Estou levando tudo de mim que é pra não ter razão pra chorar. Vê se te alimenta e não pensa que eu fui por não te amar. Cuida do teu pra que ninguém te jogue no chão. Procure dividir-se em alguém, procure-me em qualquer confusão. Levanta e te sustenta e não pensa que eu fui por não te amar.
Quero ver você maior, meu bem. Pra que minha vida siga adiante. Adeus você. Não venha mais me negacear. Seu choro não me faz desistir, seu riso não me faz reclinar. Acalma essa tormenta e se agüenta, que eu vou pro meu lugar.
É bom, às vezes, se perder sem ter porque, sem ter razão. É um dom saber envaidecer, por si, saber mudar de tom. Quero não saber de cor, também. Para que minha vida siga adiante.
***
Marcelo Camelo explicando com maestria o que foi o final de meu ultimo relacionamento. Quisera eu escrever tão bem quanto ele.
- Toma esse anel, que é para anular o céu, o sol, o mar.
- Eu não queria ir assim tão triste, triste...
- Vem dizer adeus ao que restou de quem um dia foi feliz.
Há de encontrar um encantador. Um novo ou velho amor vai te levar leve a vagar prum lar de fina-flor. E você vai ser mais feliz longe de mim. Por isso eu vou mas não me peça para amar outra mulher que não você.
Sei que seu fel fenecerá em nome de nós dois... a chuva do céu se encerrará para ver nosso depois. Como vai ser ruim demais olhar o tempo ir sem ver os seus abraços, seu sorriso ou suas rimas de amor.
***
Adeus você. Eu hoje vou pro lado de lá. Estou levando tudo de mim que é pra não ter razão pra chorar. Vê se te alimenta e não pensa que eu fui por não te amar. Cuida do teu pra que ninguém te jogue no chão. Procure dividir-se em alguém, procure-me em qualquer confusão. Levanta e te sustenta e não pensa que eu fui por não te amar.
Quero ver você maior, meu bem. Pra que minha vida siga adiante. Adeus você. Não venha mais me negacear. Seu choro não me faz desistir, seu riso não me faz reclinar. Acalma essa tormenta e se agüenta, que eu vou pro meu lugar.
É bom, às vezes, se perder sem ter porque, sem ter razão. É um dom saber envaidecer, por si, saber mudar de tom. Quero não saber de cor, também. Para que minha vida siga adiante.
***
Marcelo Camelo explicando com maestria o que foi o final de meu ultimo relacionamento. Quisera eu escrever tão bem quanto ele.
26.1.04
Esse último final de semana foi demasiado engraçado e curioso. Eis aqui o que aconteceu.
Sábado fui na festa da mãe da Lela, com o Matheus, logo depois tomar um chope caro no Belgium Beer Paradise. Foi engraçadissimo... Primeiro que quando chegamos, percebemos que o público lá era mais velho - o que rendeu algumas cenas engraçadas, como a senhora que chegou em mim - "minha coisinha mais linda" - pratos de macarrão, um cara cheirando no banheiro, entre outras coisas. Isso sem contar que a Nana Gouveia estava na festa e meu primo continuava repetindo que a meta dele na noite era "pegar" essa moça.
heh.
Ontem, acabei indo na Sundae Tracks (para não ficar com aquele gosto ruim se eu não conseguir entrar na Maldita hoje...) e foi bem bacana. O Lascivia Lula tocou e o show deles é bem animado, com umas guitarrinhas bem interessantes. E a Matriz estava com um público bem diferente - muitas pessoas bonitas e diferentes do usual "eu-uso-preto-e-corrente-e-piercing-e-sou-indie". Não que isso tenha algo de errado.
Acabamos saindo cedo de lá porque não tinha mais nada para se fazer. Voltamos para a casa e abalamos numa lasanha fera que tinha lá. bem. é isso, abraços.
Sábado fui na festa da mãe da Lela, com o Matheus, logo depois tomar um chope caro no Belgium Beer Paradise. Foi engraçadissimo... Primeiro que quando chegamos, percebemos que o público lá era mais velho - o que rendeu algumas cenas engraçadas, como a senhora que chegou em mim - "minha coisinha mais linda" - pratos de macarrão, um cara cheirando no banheiro, entre outras coisas. Isso sem contar que a Nana Gouveia estava na festa e meu primo continuava repetindo que a meta dele na noite era "pegar" essa moça.
heh.
Ontem, acabei indo na Sundae Tracks (para não ficar com aquele gosto ruim se eu não conseguir entrar na Maldita hoje...) e foi bem bacana. O Lascivia Lula tocou e o show deles é bem animado, com umas guitarrinhas bem interessantes. E a Matriz estava com um público bem diferente - muitas pessoas bonitas e diferentes do usual "eu-uso-preto-e-corrente-e-piercing-e-sou-indie". Não que isso tenha algo de errado.
Acabamos saindo cedo de lá porque não tinha mais nada para se fazer. Voltamos para a casa e abalamos numa lasanha fera que tinha lá. bem. é isso, abraços.
24.1.04
Acho que estou me sentindo um pouco deprimido. Um pequeno sentimento de desolação associado a umas pitadas de vazio e solidão, junto a uma insatisfaçãozinha. Como se um dia que tinha tudo para ser bacana fosse estragado justamente na hora que não deveria.
Mas bem, acho que essas coisas acontecem. Nem todo o dia é perfeito, nem tudo é como queremos. Mas sempre fica latejando na minha cabeça o inconformismo, por mais conformado que eu seja com as coisas. Eu andei aprendendo que o conformismo machuca bastante - e descobri-me um pouco masoquista devido à minha tendência pragmática. Isso não é legal.
I should stand up for myself, mas sempre algo me faz voltar atrás, sempre algo me prende. Lógico, pequenas coisas como o dia de hoje no fundo não importam e a vida segue em frente.
O problema é o acúmulo de pequenas coisas. É como uma bola de neve, numa comparação forçada.
Ah. Estou a vagar. Preciso parar com isso pois sempre acabo fugindo realmente do tópico.
Bem, estou um pouquinho deprimido. Mas vai passar.
Mas bem, acho que essas coisas acontecem. Nem todo o dia é perfeito, nem tudo é como queremos. Mas sempre fica latejando na minha cabeça o inconformismo, por mais conformado que eu seja com as coisas. Eu andei aprendendo que o conformismo machuca bastante - e descobri-me um pouco masoquista devido à minha tendência pragmática. Isso não é legal.
I should stand up for myself, mas sempre algo me faz voltar atrás, sempre algo me prende. Lógico, pequenas coisas como o dia de hoje no fundo não importam e a vida segue em frente.
O problema é o acúmulo de pequenas coisas. É como uma bola de neve, numa comparação forçada.
Ah. Estou a vagar. Preciso parar com isso pois sempre acabo fugindo realmente do tópico.
Bem, estou um pouquinho deprimido. Mas vai passar.
19.1.04
Bem, está confirmado, pessoas. Dia 12/02, na Sister Moon (estrada da Canoa, 68 - São Conrado), Lírio Branco e Ashtar. Por 10 Reais.
Agora, a notícia chata: estou contando que todos que lêem este blog vão, pois minha banda precisa colocar 150 pessoas dentro da casa. É uma meta difícil, mas espero cumprí-la.
Então, vocês vão?
-
Hoje comecei a fazer o protótipo do site do kyf. O site deverá ficar pronto em breve - ainda estou discutindo idéias com o Henrique e o Matheus.
-
Amanhã tem maldita. Como sempre. Nunca acontece nada de novo nessa cidade. Aliás. Acontece sim. Não acontece nada de interessante.
Eu ia colocar mais alguma coisa aqui, mas fugiu-me.
Abraços.
Agora, a notícia chata: estou contando que todos que lêem este blog vão, pois minha banda precisa colocar 150 pessoas dentro da casa. É uma meta difícil, mas espero cumprí-la.
Então, vocês vão?
-
Hoje comecei a fazer o protótipo do site do kyf. O site deverá ficar pronto em breve - ainda estou discutindo idéias com o Henrique e o Matheus.
-
Amanhã tem maldita. Como sempre. Nunca acontece nada de novo nessa cidade. Aliás. Acontece sim. Não acontece nada de interessante.
Eu ia colocar mais alguma coisa aqui, mas fugiu-me.
Abraços.
17.1.04
14.1.04
Andei sem postar aqui por um tempo razoável - dado o fato que houve uma época em que eu postava todo o dia. Bem, essa lacuna de posts não escritos será preenchida por uma avalanche de mais lacunas. Não pretendo continuar escrevendo tanto por aqui quanto antigamente - mas também não consigo fechar esse blog porque ele já faz uma parte importantíssima da minha vida, como já escrevi antes.
As razões pelo qual andei ausente são várias. Os últimos dias foram bem turbulentos e eu simplesmente não senti vontade para escrever nada. Nem para desenhar. Escrevi apenas duas músicas nesse meio tempo, sendo que nenhuma fala realmente do que eu queria.
Essa falta de inspiração e vontade não está me deixando fazer as coisas da maneira que devem ser. E esse post não será diferente. O máximo que consegui pensar foi em traçar como foram meus ultimos dias onde aconteceram muitas coisas. Eu mal fiquei em casa para começar (aliás, comecei a entender Cecília muito bem - ela não ficava em casa nunca quando a conheci) e senti tantas coisas que a tempos não sentia. Ao menos, senti-me mais vivo do que nunca. Embora muitas vezes sentir seja sofrer.
Quinta feira eu fui à casa da Matriz na festa de despedida e aniversário do Zebo (silence kit, aí ao lado) que agora está se divertindo as pampas em New York. O sentimento que coroou esse dia foi tristesa e culpa.
Sexta feira eu fui à Bunker (uau). Foi legal apenas pelo fato de ter me reencontrado com a Bia, após tanto tempo. Conversamos durante um tempo razoável. O sentimento que coroou esse dia foi ociosidade.
Sábado fui a festa de uma amiga do Matheus, a Gabriela. Foi bem divertido, mas eu estava tão triste que não sentia-me apto a conseguir aproveitar a festa inteiramente. Embora eu tenha me divertido. O sentimento que coroou esse dia foi saudade.
Domingo, fiquei em casa. A noite, fui jantar com meu irmão no downtown e encontrei com amigos antigos lá. Legal. O sentimento que coroou esse dia foi depressão.
Segunda feira fui à Matriz, novamente. Maldita, tem que ir. Fiquei conversando o tempo inteiro com a Lu e com o Du - foi bem divertido. No final, quase fui expulso da casa - curioso. O sentimento que coroou esse dia foi, além de outros, como nervosismo, tristesa e desejo, alívio.
Hoje, acabei de voltar do cinema. Vi senhor dos anéis. Poderia ter visto 21 gramas, mas não estava com paciência. Ociosidade e lembranças coroaram esse dia.
Acho que é a primeira vez que faço uma listinha do que andei fazendo ultimamente, mas estou achando a idéia divertida. Soa-me um pouco como a casa do bom waffle, do meu querido amigo Adriano, onde ele começa todos os posts com um "querido diário...".
Ah, eu peguei no blog do elton uma música da nova demo do Emily Tries. Está fera, como sempre. Esses caras fazem um som muito bom.
Também, passei a conhecer melhor o Fred do Grandprix e ele é um cara muito legal. E é sempre bom conhecer novas pessoas e fazer novas amizades.
Eu queria colocar uma música aqui, mas não tem nenhuma que se encaixe com o que estou sentindo agora. E eu realmente não gosto da Annie Lennox. :b
Abraços.
As razões pelo qual andei ausente são várias. Os últimos dias foram bem turbulentos e eu simplesmente não senti vontade para escrever nada. Nem para desenhar. Escrevi apenas duas músicas nesse meio tempo, sendo que nenhuma fala realmente do que eu queria.
Essa falta de inspiração e vontade não está me deixando fazer as coisas da maneira que devem ser. E esse post não será diferente. O máximo que consegui pensar foi em traçar como foram meus ultimos dias onde aconteceram muitas coisas. Eu mal fiquei em casa para começar (aliás, comecei a entender Cecília muito bem - ela não ficava em casa nunca quando a conheci) e senti tantas coisas que a tempos não sentia. Ao menos, senti-me mais vivo do que nunca. Embora muitas vezes sentir seja sofrer.
Quinta feira eu fui à casa da Matriz na festa de despedida e aniversário do Zebo (silence kit, aí ao lado) que agora está se divertindo as pampas em New York. O sentimento que coroou esse dia foi tristesa e culpa.
Sexta feira eu fui à Bunker (uau). Foi legal apenas pelo fato de ter me reencontrado com a Bia, após tanto tempo. Conversamos durante um tempo razoável. O sentimento que coroou esse dia foi ociosidade.
Sábado fui a festa de uma amiga do Matheus, a Gabriela. Foi bem divertido, mas eu estava tão triste que não sentia-me apto a conseguir aproveitar a festa inteiramente. Embora eu tenha me divertido. O sentimento que coroou esse dia foi saudade.
Domingo, fiquei em casa. A noite, fui jantar com meu irmão no downtown e encontrei com amigos antigos lá. Legal. O sentimento que coroou esse dia foi depressão.
Segunda feira fui à Matriz, novamente. Maldita, tem que ir. Fiquei conversando o tempo inteiro com a Lu e com o Du - foi bem divertido. No final, quase fui expulso da casa - curioso. O sentimento que coroou esse dia foi, além de outros, como nervosismo, tristesa e desejo, alívio.
Hoje, acabei de voltar do cinema. Vi senhor dos anéis. Poderia ter visto 21 gramas, mas não estava com paciência. Ociosidade e lembranças coroaram esse dia.
Acho que é a primeira vez que faço uma listinha do que andei fazendo ultimamente, mas estou achando a idéia divertida. Soa-me um pouco como a casa do bom waffle, do meu querido amigo Adriano, onde ele começa todos os posts com um "querido diário...".
Ah, eu peguei no blog do elton uma música da nova demo do Emily Tries. Está fera, como sempre. Esses caras fazem um som muito bom.
Também, passei a conhecer melhor o Fred do Grandprix e ele é um cara muito legal. E é sempre bom conhecer novas pessoas e fazer novas amizades.
Eu queria colocar uma música aqui, mas não tem nenhuma que se encaixe com o que estou sentindo agora. E eu realmente não gosto da Annie Lennox. :b
Abraços.
11.1.04
9.1.04
Seriedade.
O que é a seriedade? Segundo Silveira Bueno, seriedade é "qualidade de quem ou daquilo que é sério; caráter íntegro; idoneidade". Podemos concluir, então, que seriedade é uma qualidade atribuida a uma pessoa que é integra. Uma pessoa íntegra, segundo o mesmo autor, é "completo; perfeito; reto; justo; inatacável".
Logo, uma pessoa séria é uma pessoa dotada de caráter perfeito, justo, inatacável.
Calma lá.
Isso só me faz concluir que não existem pessoas sérias - o que é, ao mesmo tempo, um alívio e um problema para o mundo. Um alívio, porque nunca ficamos na mesmisse da perfeição. Um problema, porque sempre teremos àquela dorzinho batendo em nosso peito por nossos defeitos e pelos defeitos dos outros.
Porque quem não reflete sobre si mesmo não vive e quem não reflete sobre os outros é um idiota.
O que é a seriedade? Segundo Silveira Bueno, seriedade é "qualidade de quem ou daquilo que é sério; caráter íntegro; idoneidade". Podemos concluir, então, que seriedade é uma qualidade atribuida a uma pessoa que é integra. Uma pessoa íntegra, segundo o mesmo autor, é "completo; perfeito; reto; justo; inatacável".
Logo, uma pessoa séria é uma pessoa dotada de caráter perfeito, justo, inatacável.
Calma lá.
Isso só me faz concluir que não existem pessoas sérias - o que é, ao mesmo tempo, um alívio e um problema para o mundo. Um alívio, porque nunca ficamos na mesmisse da perfeição. Um problema, porque sempre teremos àquela dorzinho batendo em nosso peito por nossos defeitos e pelos defeitos dos outros.
Porque quem não reflete sobre si mesmo não vive e quem não reflete sobre os outros é um idiota.
7.1.04
5.1.04
4.1.04
Quando Marcelinho completou seus 18 aninhos, achou que podia tudo. Era maior de idade e finalmente poderia sair para descobrir lugares onde se sentisse mais confortável - com as pessoas, com o som, com as bebidas. Um lugar onde ele pudesse encontrar amigos que apaziguassem seu vazio.
Demorou dois anos até que começasse a ir sempre num barzinho onde todas as pessoas que ele considerava "legais" iam. Conversava com todos e aparentemente era muito bem vindo. Todos entendiam suas preocupações e medos e, principalmente, pareciam compartilhar aquele mesmo vazio que tanto machucava o coraçãozinho do pobre Marcelinho.
Entre cervejas e vodkas, foi achando que estava descobrindo um pouquinho de cada um que frequentava o pé-sujo. Alguns lhe pareciam mais confidentes - logo, apareceram as primeiras confissões mais pesadas, confissões mais brutas. Algumas daquelas pessoas não suportavam outras.
Marcelinho, na sua inocência, ingenuidade e bondade, ficou calado a cada coisa que lhe diziam. Preferia não se meter nesses assuntos e apenas ouvia. Mas, ao mesmo tempo, não conseguia esconder um sentimento que começava a nascer nele e que viria a crescer muito nos próximos meses.
Nojo.
Marcelinho ficava se indagando como pessoas que não se gostavam pudessem se cumprimentar como irmãos, conversar como irmãos e, ainda por cima, chamarem-se de irmãos. É bem verdade que existem muitas famílias onde os irmãos se odeiam e falam entre si apenas por cordialidade e educação - mas educação era muito pouco para o que acontecia no pé-sujo.
O rapaz começou a se afastar pouco a pouco das pessoas que frequentavam o local. Suas aparições eram menos frequentes, suas respostas, mais ambíguas e o número de cervejas que comprava, menor. Nunca entenderia aquelas pessoas que frequentavam àquele barzinho.
Mal sabia ele, o inocente, bobo, infantil Marcelinho que todas as relações humanas estão premissadas pela mentira e pelo interesse. Coisa que ele só foi descobrir quando passou ainda por outros dois grupos.
Mas não era de todo ruim. Algumas pessoas nesses grupos eram exatamente feito Marcelinho. Se sentiam sempre peixes fora d'água, nunca entendiam porque as pessoas eram daquela maneira. Logo, alguns amigos de grupos distintos ficaram com ele.
E assim, o grupo de Marcelinho foi formado. Para fazer as mesmas coisas que os outros grupos faziam. Só que dessa vez, Marcelinho não conseguia mais perceber.
Porque era ingênuo, bobo e infantil, pobre Marcelinho.
Demorou dois anos até que começasse a ir sempre num barzinho onde todas as pessoas que ele considerava "legais" iam. Conversava com todos e aparentemente era muito bem vindo. Todos entendiam suas preocupações e medos e, principalmente, pareciam compartilhar aquele mesmo vazio que tanto machucava o coraçãozinho do pobre Marcelinho.
Entre cervejas e vodkas, foi achando que estava descobrindo um pouquinho de cada um que frequentava o pé-sujo. Alguns lhe pareciam mais confidentes - logo, apareceram as primeiras confissões mais pesadas, confissões mais brutas. Algumas daquelas pessoas não suportavam outras.
Marcelinho, na sua inocência, ingenuidade e bondade, ficou calado a cada coisa que lhe diziam. Preferia não se meter nesses assuntos e apenas ouvia. Mas, ao mesmo tempo, não conseguia esconder um sentimento que começava a nascer nele e que viria a crescer muito nos próximos meses.
Nojo.
Marcelinho ficava se indagando como pessoas que não se gostavam pudessem se cumprimentar como irmãos, conversar como irmãos e, ainda por cima, chamarem-se de irmãos. É bem verdade que existem muitas famílias onde os irmãos se odeiam e falam entre si apenas por cordialidade e educação - mas educação era muito pouco para o que acontecia no pé-sujo.
O rapaz começou a se afastar pouco a pouco das pessoas que frequentavam o local. Suas aparições eram menos frequentes, suas respostas, mais ambíguas e o número de cervejas que comprava, menor. Nunca entenderia aquelas pessoas que frequentavam àquele barzinho.
Mal sabia ele, o inocente, bobo, infantil Marcelinho que todas as relações humanas estão premissadas pela mentira e pelo interesse. Coisa que ele só foi descobrir quando passou ainda por outros dois grupos.
Mas não era de todo ruim. Algumas pessoas nesses grupos eram exatamente feito Marcelinho. Se sentiam sempre peixes fora d'água, nunca entendiam porque as pessoas eram daquela maneira. Logo, alguns amigos de grupos distintos ficaram com ele.
E assim, o grupo de Marcelinho foi formado. Para fazer as mesmas coisas que os outros grupos faziam. Só que dessa vez, Marcelinho não conseguia mais perceber.
Porque era ingênuo, bobo e infantil, pobre Marcelinho.
2.1.04
30.12.03
26.12.03
Droga!
Ontem fiquei o dia inteiro dormindo pelos cantos e, quando vou dormir em casa, consigo apenas por 3 míseras horas!
Droga! (enfatize esse ultimo "droga").
- Passei um natal legal. Meu irmão me deu David Bowie e Belle And Sebastian (para você ver como ele é um cara fera). Ganhei também algumas camisetas, uma cueca, um bastão de incenso (fera!) e o Harry Potter 5. That pretty much covers what i got. Se tudo der certo, vou hoje comprar minha camera digital. Daí, poderei colocar em prática muitos projetos existentes em minha cabeça envolvendo fotografia digital. Porque eu odeio fotografia análoga.
- Eu bebi muito no natal...
Tá. Chega. Não quero postar mais nada agora.
Ontem fiquei o dia inteiro dormindo pelos cantos e, quando vou dormir em casa, consigo apenas por 3 míseras horas!
Droga! (enfatize esse ultimo "droga").
- Passei um natal legal. Meu irmão me deu David Bowie e Belle And Sebastian (para você ver como ele é um cara fera). Ganhei também algumas camisetas, uma cueca, um bastão de incenso (fera!) e o Harry Potter 5. That pretty much covers what i got. Se tudo der certo, vou hoje comprar minha camera digital. Daí, poderei colocar em prática muitos projetos existentes em minha cabeça envolvendo fotografia digital. Porque eu odeio fotografia análoga.
- Eu bebi muito no natal...
Tá. Chega. Não quero postar mais nada agora.
24.12.03
Estou mais tranquilo. Alguns posts merecem ser editados sempre, embora eu goste de manter certas coisas intocadas. Eu sempre demoro um pouco a concretizar o que estou sentindo. Preciso pensar bastante, chegar naquele momento onde estamos com a cabeça vazia, para conseguir focar e encaixar todas as peças.
A vida é como montar um quebra-cabeça. É simples, é fácil, basta achar as peças. Algumas vezes elas estão escondidas debaixo do sofá, outras vezes vão parar na casa de outras pessoas. Mas sempre é possível achar as peças e fazer com que tudo fique bem.
Pode ser uma simples imagem, uma simples palavra, um simples gesto, para a finalização do quebra-cabeça. O meu quebra-cabeça esteve bem montado nesses ultimos dias. Lógico, algumas peças voaram, mas consegui recuperar a maioria e estou fazendo o possível para ajudar outras pessoas a recuperarem as peças perdidas aqui em casa também.
Por isso, pessoas, Feliz Natal. Finalmente desejados, finalmente sinceramente concebidos. :)
- Hoje vou sair com meu pai cedo para buscar as comidinhas da ceia de natal que vai ter aqui em casa. Não vai ser fera per say, porque de fato essas festas nunca são, mas vou comer bem e vou ganhar dois cds do meu super-foda irmão :~ Eu te amo muito cara :*
- Depois da ceia, vou me deslocar para a casa da Lela para a festança de natal que ela vai dar. Vai ser bem divertido!
- Dia 25 vai ser o dia de ficar lendo Harry Potter 5 o tempo inteiro. Mamã vai me dar de natal :~
Existem certas coisas que dizem para gente que nos fazem tão bem... Por quê não fazem isso o tempo todo? :)
A vida é como montar um quebra-cabeça. É simples, é fácil, basta achar as peças. Algumas vezes elas estão escondidas debaixo do sofá, outras vezes vão parar na casa de outras pessoas. Mas sempre é possível achar as peças e fazer com que tudo fique bem.
Pode ser uma simples imagem, uma simples palavra, um simples gesto, para a finalização do quebra-cabeça. O meu quebra-cabeça esteve bem montado nesses ultimos dias. Lógico, algumas peças voaram, mas consegui recuperar a maioria e estou fazendo o possível para ajudar outras pessoas a recuperarem as peças perdidas aqui em casa também.
Por isso, pessoas, Feliz Natal. Finalmente desejados, finalmente sinceramente concebidos. :)
- Hoje vou sair com meu pai cedo para buscar as comidinhas da ceia de natal que vai ter aqui em casa. Não vai ser fera per say, porque de fato essas festas nunca são, mas vou comer bem e vou ganhar dois cds do meu super-foda irmão :~ Eu te amo muito cara :*
- Depois da ceia, vou me deslocar para a casa da Lela para a festança de natal que ela vai dar. Vai ser bem divertido!
- Dia 25 vai ser o dia de ficar lendo Harry Potter 5 o tempo inteiro. Mamã vai me dar de natal :~
Existem certas coisas que dizem para gente que nos fazem tão bem... Por quê não fazem isso o tempo todo? :)
23.12.03
De novo com os posts que meu blog estava tanto sentindo falta. De novo daquela maneira que muitas pessoas lêem e poucas comentam. De novo daquela maneira indecifrável que apenas uma pessoa entende e essa pessoa vai viajar para longe durante um mês - não consegui nem ao menos dar um beijo de despedida nela. O que posso fazer? Deixa ser como será.
Carpenocte. Palavra ensinada pelo meu primo Rafael, quando ele ia na onda do "carpediem" e era bem pequenininho. Naquela época, acho que ele nem realmente aproveitava a noite.
Andei aproveitando a noite durante um tempo. Saindo para todos os lugares que pessoas indies frequentam, vendo um mundo através de uma perspectiva nova e sim, me aceitando e me vendo muito mais do que já vi. Me ajudou nisso.
Esse ano foi todo de saídas a noite, de formação de grupos, de novas perspectivas frente a tudo e todos. Também foi o ano com qual enroscações tornaram-se mais frequentes devido a um cinto que era pontudo - como aqueles cintos indie-fashion que muitas pessoas desse meio utilizam.
O cinto indie andou a me enforcar com suas promessas de botas batidas e eu me vi voltando a fumar muito e voltando a dizer que não sou capaz de me mexer. Quando se está preso, se espera. E eu fiquei a esperar. Me perguntaram várias vezes de onde eu tirava tanta calma por ter vestimenta tão bonita me enforcando e eu dizia que não ia mudar, que ia ficar são. Mas ao mesmo tempo, eu cedia e o cinto se afrouxava um pouco.
Com o cinto vestido, fui jogar pérolas aos porcos e eles, não sabendo o que fazer com as relíquias, puzeram-se a comer. Tiveram uma baita indigestão enquanto eu tomava uma coca cola e fumava um cigarro dobrado e comido pelo tempo.
Houveram várias chuvas. Houveram vários dias de sol. E o cinto resolveu prender-se à minha cintura, para fazer parte do meu ser. Eu nunca havia usado tal acessório. Várias pessoas já usavam-no e eu me senti um pouco estranho no meio, mas todos pareceram me aceitar. Pareceram ver quem sou, pareceram perceber minhas angústias e pensei que me entendessem. Ledo engano.
Dado o egoísmo com que fui tratado, estou me sentindo estuprado. Mas é apenas momentaneo, como todas as coisas na vida são. Eu sei que vou seguir em frente, seja o que quer que acontecer. E eu vou me esconder na minha capa da invisibilidade para o professor Snape não me ver, porque, no fundo, eu não quero ser pego, eu não quero ser mal tratado e eu quero que as pessoas vejam minha habilidade na próxima quiddich cup.
Já cansei de fazer afirmações nesse blog de que sou isso e sou aquilo; mas no fundo, ainda continua aquele velho moço dentro de mim a cuspir informações que não precisam ser escritas mas que ainda insisto em fazê-lo. Por que?
O velho pega um cigarro, pigarreia, pega seu cajado e sai a andar feito um gandalf pós-moderno. Ele anda por duas montanhas pequenas, corre um espaço que treme, volta às montanhas, para depois de uma súbida bém íngreme, chegar na boca da caverna e descobrir que esta foi lacrada apenas por um capricho chamado "falta-de-respeito".
Eu queria desejar um feliz natal. Mas o meu natal, como TODOS OS QUE JA TIVE, não anda me prometendo muitas coisas.
Ai ai.
popplagi?, bem vindo de volta.
Carpenocte. Palavra ensinada pelo meu primo Rafael, quando ele ia na onda do "carpediem" e era bem pequenininho. Naquela época, acho que ele nem realmente aproveitava a noite.
Andei aproveitando a noite durante um tempo. Saindo para todos os lugares que pessoas indies frequentam, vendo um mundo através de uma perspectiva nova e sim, me aceitando e me vendo muito mais do que já vi. Me ajudou nisso.
Esse ano foi todo de saídas a noite, de formação de grupos, de novas perspectivas frente a tudo e todos. Também foi o ano com qual enroscações tornaram-se mais frequentes devido a um cinto que era pontudo - como aqueles cintos indie-fashion que muitas pessoas desse meio utilizam.
O cinto indie andou a me enforcar com suas promessas de botas batidas e eu me vi voltando a fumar muito e voltando a dizer que não sou capaz de me mexer. Quando se está preso, se espera. E eu fiquei a esperar. Me perguntaram várias vezes de onde eu tirava tanta calma por ter vestimenta tão bonita me enforcando e eu dizia que não ia mudar, que ia ficar são. Mas ao mesmo tempo, eu cedia e o cinto se afrouxava um pouco.
Com o cinto vestido, fui jogar pérolas aos porcos e eles, não sabendo o que fazer com as relíquias, puzeram-se a comer. Tiveram uma baita indigestão enquanto eu tomava uma coca cola e fumava um cigarro dobrado e comido pelo tempo.
Houveram várias chuvas. Houveram vários dias de sol. E o cinto resolveu prender-se à minha cintura, para fazer parte do meu ser. Eu nunca havia usado tal acessório. Várias pessoas já usavam-no e eu me senti um pouco estranho no meio, mas todos pareceram me aceitar. Pareceram ver quem sou, pareceram perceber minhas angústias e pensei que me entendessem. Ledo engano.
Dado o egoísmo com que fui tratado, estou me sentindo estuprado. Mas é apenas momentaneo, como todas as coisas na vida são. Eu sei que vou seguir em frente, seja o que quer que acontecer. E eu vou me esconder na minha capa da invisibilidade para o professor Snape não me ver, porque, no fundo, eu não quero ser pego, eu não quero ser mal tratado e eu quero que as pessoas vejam minha habilidade na próxima quiddich cup.
Já cansei de fazer afirmações nesse blog de que sou isso e sou aquilo; mas no fundo, ainda continua aquele velho moço dentro de mim a cuspir informações que não precisam ser escritas mas que ainda insisto em fazê-lo. Por que?
O velho pega um cigarro, pigarreia, pega seu cajado e sai a andar feito um gandalf pós-moderno. Ele anda por duas montanhas pequenas, corre um espaço que treme, volta às montanhas, para depois de uma súbida bém íngreme, chegar na boca da caverna e descobrir que esta foi lacrada apenas por um capricho chamado "falta-de-respeito".
Eu queria desejar um feliz natal. Mas o meu natal, como TODOS OS QUE JA TIVE, não anda me prometendo muitas coisas.
Ai ai.
popplagi?, bem vindo de volta.
21.12.03
Nessa sexta feira eu fui ao prêmio London Burning de música independente. Várias bandas tocaram, mas apenas duas foram realmente boas: GRAM e Faichecleres.
A primeira, paulista, com umas músicas realmente lindas. Foi a minha banda favorita da noite... escutem a música "você pode ir na janela". Puta que pariu, é uma música linda, daquelas que a gente precisa repetir várias vezes. gram.kit.net
A segunda, praticamente gaúcha em sua composição, toca um rock and roll super empolgante e bem debochado. Influência clara de beatles e muita energia são os principais atrativos em musicas como "Ela me quer só para me ter".
Infelizmente, eu não sei o site do Faichecleres.
Ontem, sábado, eu acabei indo no festival Freak-Scene, com os já ultra manjados kyf, grandprix e ramirez. O show do kyf foi bom, como sempre, e o do grandprix também. O Thiago trocou de guitarra, para variar, tocando com o ramirez, mas o show também foi proveitoso. Quase que eu toquei numa jam com o produtor do grandprix - mas acabou não rolando pois o mesa já tinha desligado o som todo. Uma pena. Eu gostaria de ter mandado uma jamzinha. Fica para a próxima.
Estou indo dormir agora. O programa de hoje é Sundae Tracks, na Casa da Matriz. Amanhã tem a maldita natalina: já escolheram o que vão gravar para o cdr-amigo-oculto?
Ah, tem mais.
Eu andei conversando com o George, baixista da Lírio Branco, e vou começar a marcar os ensaios para a volta da banda. Também vamos colocar mais guitarras - a proposta inicial da banda era usar violão o tempo inteiro mas isso "já era".
Estou planejando também uma volta estrondosa da LP. Mas isso, só daqui a alguns anos. And i mean it.
Escutem só essa...
A fofa da Inês me deu uma camiseta muito fera do Portishead de natal :~ Ela é verdinha e tem um "P" estampado. A menina comprou comigo antes de ontem, na London Burning. Ela aproveitou e comprou uma camiseta do radiohead muito fera para ela :~ Ah! Vou usar a camiseta hoje na Sundae, quem quiser ver :~
Obrigado, queridona :*
Já está amanhecendo... bem, está na hora de partir. Acho que já escrevi demais mesmo.
Até.
No som: GRAM - Você Pode Ir Na Janela
A primeira, paulista, com umas músicas realmente lindas. Foi a minha banda favorita da noite... escutem a música "você pode ir na janela". Puta que pariu, é uma música linda, daquelas que a gente precisa repetir várias vezes. gram.kit.net
A segunda, praticamente gaúcha em sua composição, toca um rock and roll super empolgante e bem debochado. Influência clara de beatles e muita energia são os principais atrativos em musicas como "Ela me quer só para me ter".
Infelizmente, eu não sei o site do Faichecleres.
Ontem, sábado, eu acabei indo no festival Freak-Scene, com os já ultra manjados kyf, grandprix e ramirez. O show do kyf foi bom, como sempre, e o do grandprix também. O Thiago trocou de guitarra, para variar, tocando com o ramirez, mas o show também foi proveitoso. Quase que eu toquei numa jam com o produtor do grandprix - mas acabou não rolando pois o mesa já tinha desligado o som todo. Uma pena. Eu gostaria de ter mandado uma jamzinha. Fica para a próxima.
Estou indo dormir agora. O programa de hoje é Sundae Tracks, na Casa da Matriz. Amanhã tem a maldita natalina: já escolheram o que vão gravar para o cdr-amigo-oculto?
Ah, tem mais.
Eu andei conversando com o George, baixista da Lírio Branco, e vou começar a marcar os ensaios para a volta da banda. Também vamos colocar mais guitarras - a proposta inicial da banda era usar violão o tempo inteiro mas isso "já era".
Estou planejando também uma volta estrondosa da LP. Mas isso, só daqui a alguns anos. And i mean it.
Escutem só essa...
A fofa da Inês me deu uma camiseta muito fera do Portishead de natal :~ Ela é verdinha e tem um "P" estampado. A menina comprou comigo antes de ontem, na London Burning. Ela aproveitou e comprou uma camiseta do radiohead muito fera para ela :~ Ah! Vou usar a camiseta hoje na Sundae, quem quiser ver :~
Obrigado, queridona :*
Já está amanhecendo... bem, está na hora de partir. Acho que já escrevi demais mesmo.
Até.
No som: GRAM - Você Pode Ir Na Janela
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