28.11.03

Da minha casa antiga, de conexão discada. Bagunça, um box velho de free lights servindo de cinzeiro e um banho tomado depois de uma masturbação.

Vida como sinônimo de bagunça e cansaço. Primeira vez que esses sentimentos vêm à tona. Carma comprado não requerido. Incerteza mas agora sem se preocupar tanto.

The For Carnation no som do computador. Lentidão.

Cerveja mais tarde, quem sabe.

26.11.03

Mudanças

Meu fotolog mudou. Transformei-o num fotolog conceitual. Provavelmente, mudarei o nome dele também. Vocês provavelmente ainda não perceberam qual é o conceito por trás dele, afinal, eu tive essa idéia apenas duas fotos atrás. Mas é um conceito bem simples de ser explicado.

São histórias que me vem no momento em que coloco os olhos em alguma coisa. Eu penso num objeto, numa cena, num desenho, coloco-o como foto e faço um pequeno conto sobre a idéia que aquilo me trás momentaneamente. Sendo que o enfoque será, na maioria das vezes, a relação entre seres humanos, a diferença entre eles, o trabalho... bem. Vamos colocar dessa maneira: Relação Social + Objeto = be careful when you land on the moon...

Claro, não pararei de colocar meus desenhos assim que puder. E eles estarão livres desse conceito (afinal, desenho é desenho e não se discute mais isso :b).

Morris

Já está no ar o protótipo de webcomic para projeto 2. Se vocês quiserem dar uma olhada, está situado em MorrisComic.cjb.net.

Postem no fórum!

Beijinhos a todos.

24.11.03

http://musica.terra.com.br/interna/0,,OI219304-EI1267,00.html

A decadência está expressa nesse endereço.

23.11.03

quando irá você
o rato vai chegar
perceber
vai pular, se ver no ar

o que você
vai fazer
sente por
um pulo louco

minha pessoa?
o rato sou
será tarde.
e caio no chão.

22.11.03

...

21.11.03

Grrr...

Sometimes, everything pisses me off.

Everything in it's right place...
Yesterday i woke up sucking a lemon...
Enfim, minha menina favorita fechou seu blog. Sentirei falta de seus escritos bem escrivinhados. Tudo que temos agora é seu fotolog (que não deixa de ser melhor que a maioria dos fotologs das redondezas...).

Mesmo assim, ainda sinto falta da maneira como dona Stardust costumava escrever sobre suas coisas em seu blog. Eu gostaria que ela pudesse mudar sua imagem em seu blog - embora isso seja realmente dificil.

Isso me faz pensar: qual imagem que as pessoas que lêem esse blog têm de mim? Já escutei que sou mal-caráter, que sou volúvel, que sou triste, que não mereço a companhia. Bem. Deixem comentários. Quero ouvir até de pessoas que não falam mais comigo mas que sei que ainda entram aqui. Por que eu sei? Eu só sei.

***


Acabei de voltar do show onde trabalhei como roadie - ajudei a meus amigos do Ashtar. O show foi totalmente fera.

Adivinhem qual foi meu pagamento... Bebidinhas de graça - muita cerveja e muito uísquinho.

Ha ha.

Até breve.

20.11.03

Alice in Chains - Over Now

Yeah, it's over now
But i can breathe somehow
When it's all worn out
I'd rather go without

You know it's been on my mind
Could you stand right here
Look me straight in the eye and say
That it's over now

We pay our debt sometime

Well it's over now
Yet i can see somehow
When it's all gone wrong
It's hard to be so strong

We pay our debt sometime

Guess it's over now
I seem alive somehow
When it's out of sight
Just wait and do your time

You know it's been on my mind
Could i stand right here
Look myself in the eyes, and say
That it's over now

We pay our debt sometime

- Essa música é maravilhosa. Revival grunge detected.

18.11.03

Ah, as vantagens de morar no Rio de Janeiro...

Ontem, um rapaz subiu ao palco do ballroom, convidado da banda (ou seria trupe?) Orquestra Imperial. Seu nome era Marcelo Camelo. Seu amigo de banda, Rodrigo Amarante, deu-lhe um abraco assim que entrou no palco e o resto da banda comecou a desferir os acordes da musica que este ilustre convidado iria cantar.

"Cara Valente" foi ouvida. Mas desta vez, nao pela voz de sua interprete, Maria Rita. E sim, pela voz de seu compositor e mentor, Marcelo Camelo. Junto da voz rasgada, de fundo, de seu hermano ruivo.

***


Agora, uma coisinha: por que raios veneram o Jorge Mautner? Aquele cara canta mal, toca violino mal e sua presenca de palco me lembra um idoso com artrite. Eu achei que, a qualquer momento, ele poderia ter um ataque do coracao no palco. Mas isso sou eu.

***


Ja chega por hoje. Esta um calor infernal. Nao estou conseguindo nem raciocinar direito. E eu odeio quando essas coisas acontecem... Por que raios eu nao moro na Islandia?

17.11.03

Then i come in, they go mad, hit my nose and hit my back, break me every single bone, throw me out just like a stone. It's the corner. it's the dress, small the town and big the mess, that I cause with every step, but still I walk, nonetheless. They're skipping backwards, they're thrashing days, is that all they're believing in? Smash my head
to make it spin. It won't change so come with me, just with your eyes I will see. just with your arms I can hold, and keep away them dump and cold.

13.11.03

As quatro estações de Vivaldi

A bola de neve já explodiu e agora os problemas estão derretendo como gelo numa tarde quente de verão. Houve um tempo em que achei que sempre continuaríamos no passado inverno, onde a bola de never continuaria a permanecer, mesmo estando desfalecida sob uma árvore de galhos mortos, suplicando por sol e calor. Agora não mais. O gelo está derretendo, o sol está aparecendo e, por mais que isso possa trazer algumas consequências que ainda não têm solução, brevemente tudo estará florido, quando chegar a primavera.

Mas a estação pela qual eu realmente espero é o outono. Onde as árvores amadurencem, as primeiras nuvens chegam, as folhas envelhecidas caem e o ar grita inteligentemente o que está por vir. Dessa vez eu deveria escutar o ar. Seu grito murmurado nos fala muito mais do que o calor exuberante do verão, muito mais do que a beleza doce da primavera e muito mais que o baque violento do inverno.

O outono é a estação da reflexão, dos pensamentos, do clima ameno, da concretização e amadurecimento de todos os seres vivos. É o momento onde nos preparamos para as viscissitudes, onde nos armamos para o caos que está por vir.

Muitas pessoas nunca passaram por um outono. Mal sabem o que estão perdendo. Nunca pararam para escutar o ar. Nunca pararam para observar a beleza marrom e verde-musgo sincera. Nunca perceberam a beleza de pensar. E ainda acham que a maturidade vem com o florescer. Se enganam. Maturidade vem com a realização do ciclo, com o preparo e com a ponderação. O outono demonstra justamente isso. Ponderação, pensamentos, lamentos felizes, esperança.

Como eu queria que sempre fosse outono. Estamos entrando no verão e está na hora de escutar o sol. Mas o sol nunca passa do razo. Ele não tem nada além de um calor razo. Discordem de mim, falem o que quiser. A estação primordialmente perfeita chama-se outono.

Será que, apesar de estarmos entrando no verão, as pessoas estão entrando num estado de espírito outunal? Realmente espero isso. Espero sinceramente que todos possamos achar as respostas, que possamos refletir, que possamos nos preparar para qualquer um dos infortúnios que as outras estações venham nos pregar. Por melhores ou piores que sejam.
Acabei de tirar minhas meias. Estou em casa, com calor e cansado. Meu ar condicionado está com o filtro podre de sujeira e eu acho melhor não ligá-lo pois não quero contrair nenhuma doença pulmonar. Logo, fico suando. Fico com calor. E os líquidos que saem de meu corpo não me deixar relaxar. Parece que estou melado o tempo inteiro, que tudo está sujo, que a poeira fica sempre no ar. Estou ouvindo The Sea and Cake e esse som está me pedindo um mergulho numa piscina gelada, ao lado de um coquetel gelado de frutas - alcoólico, de preferência. As músicas também me pedem para que eu fique mais um pouquinho com calor, pois ela é quente. Soa-me como um jazzista fusion num banquinho de praia a contemplar o mar e o calor. Mas ainda assim, existe a sujeira inerente ao calor. E o calor suja o corpo e o corpo não mais reage como corpo. Fica mole, molenga, como uma gelatina a derreter num forno de microondas constantemente ligado na potência máxima. E o Rio de Janeiro vive a fritar os pés das pessoas nos asfaltos com o calor e vive a nos tirar a alma com seus pagodes e chopinhos gelados característicos.

Tudo isso apenas para dizer: eu odeio morar nos trópicos.

11.11.03

Acabei de ler um post no blog do Elton (o link está aí ao lado) que gostei e me identifiquei muito. Ele fala que a melhor coisa que se tem para escutar no rádio são as ondas eletroestáticas. AM. Cacofonias sonoras como pequenas sinfonias chiadas e barulhentas subvertendo a audição. Leiam. Recomendo totalmente.

(Elton, você escreve bem, meu rapaz.)

Eu deveria fazer um texto sobre alguma coisa conceitual, mas ultimamente estou com um artist block absurdo. Nada realmente vem na minha cabeça em termos de criatividade. Eu realmente preciso de mais tempo para minha pessoa - ou, quem sabe, menos tempo. Ando não fazendo quase nada. Fico parado, pensando, não consigo produzir, não consigo pensar, não consigo, não consigo, não com, sigo. Sigo adiante mesmo que fique tropeçando em minhas próprias pernas tentando achar alguma solução para minha ociosidade não tão momentânea.

Sinto meus pés quando eles tocam o chão, vejo e as folhas caindo lentamente das árvores, escuto o leve ruído do vento, sinto o cheiro do molhado e minha saliva parece mais amarga do que nunca em minha boca. As sensações estão boas. Estou no chão. Estou sentindo. At last. Estava com saudades.

- Que bom que você voltou.
- Você sabe que vai doer depois.
- Mas eu prefiro te ter e doer do que não te ter e não sentir.
- Você vive em seu mundo e não percebe o que acontece ao seu redor. Toque, cheire, deguste, veja, escute.
- Os 5 sentidos? Pensei tê-los sobreposto.
- Sem eles, você nunca irá perceber as camadas que estão por trás dos outros sentidos. Eles não tudo. Mas são a chave para a descoberta de todos os outros.
- Sentir de novo é uma missão nova a ser tomada então.
- Quando você pisa numa poça d´água, você sente seus pés molharem. Deixe que a umidade entre por suas entranhas, te corroa até que você não saiba mais o que é água e o que é pé.
- Até que eu possa me tornar um com a água.
- Até que o simples toque entre nós dois possa nos transformar em um só ser.
- E assim teremos paz.
- E assim teremos plenitude.

10.11.03

Passei o final de semana da casa da menina que decidiu fechar o blog dela e foi realmente divertido. Assim que chegou em casa - hoje, 1 da manhã - minha mãe vem falar comigo que eu devo ter um limite, que estou dormindo muito fora de casa, bla bla bla...

Achei realmente estranho ela vir com esses papos. Preferi ignorar. Se bem que eu deveria ouvi-la. Ela sempre é muito ponderada e tem coisas interessantes a dizer...

ouvindo super furry animals - the international language of screaming

cara... nao tem nada para falar aqui...

acho que vou encher linguiça escrevendo um bando de "no"

onononononononononononononononononononononononononononon
onononononononononononononononononononononononononononon
ononononononononono

onononononononononononononononononononononononononononon
onononononononononononononononoonononononononononononono
nononononononononononononononononononononononononononono
onon

7.11.03

Prepare your shoes not to come back soon, prepare your heart not to stop too soon. You cannot walk with us. One step inside doesn't mean you understand, one step inside doesn't mean I'm yours. In your world my feet are out of step, my
arms don't move, my hand won't grab. I will never read your stupid map, so don't
call me incomplete, you are the freak.

Essa música explica tanta coisa que já senti...

5.11.03

Acabei de voltar do barrashopping - me encontrei com LP e Míriam lá. Passamos um momento muito agradável. Rimos bastante e o tempo passou num flash.

É muito bom saber que temos amigos para bater um bom papo, para nos divertirmos e para rir junto. Estava sentindo falta de programas assim.

Ando acreditando cada vez mais que os melhores programas são aqueles feitos com poucas pessoas onde se bate um papo legal, descontraído, interessante e inteligente. E foi o que aconteceu hoje.

Obrigado, LP e Miriam. Foi uma noite fera e revigorante.
Um amigo meu que atende pelo nick airstrike costumava me dizer que, depois que eu pegasse o disco Neon Golden de uma banda alemã chamada The Notwist, eu não seria o mesmo. Ele me dizia também que eu ficaria viciado na banda e não conseguiria parar de escutar.

Dito e feito.

The Notwist foi uma das melhores coisas que me aconteceu nos ultimos tempos. E eu estou falando sério. Profundidade musical, profundidade lírica e profundidade conceitual. The Notwist tem tudo isso.

O All Music Guide diz que o disco é indie eletronica.

Confiram. É muito bom.

...


Estou tentando escolher um desenho meu para postar no fotolog, mas não estou encontrando nada de interessante. Meus desenhos não têm saído legais e eu ando cada vez mais crítico com meu próprio trabalho. Sei que por um lado isso me ajuda pois me faz querer melhorar. O problema é que não sei como atingir esse improvement. Estacionei e não sei como tirar o carro. Droga.

Falando em fotolog, descobri um fotolog muito divertido, de um rapaz americano chamado cypher. Ele tira foto de tudo que come durante o dia (geralmente, café da manhã, almoço e jantar) e mostra um pouco da cultura e da vida dia-a-dia do norte americano. É um dos flogs mais interessantes que já vi, pois é inteiramente conceitual - e esse conceito é extremamente simples e interessante.

Não sei se as pessoas vêem o fotolog dele da maneira que eu vejo, mas ainda assim é interessante dar uma olhada.

...


Não fui a faculdade hoje de novo. Minha gripe está brabíssima. Quero ver se melhoro até amanhã, pois preciso ir a aula e preparar as coisas para projeto. Estou completamente estagnado esse período. Eu preciso sair desse marasmo que me toma. Mas está difícil. São tantas coisas acontecendo ao mesmo tempo...

Mas a principal decisão já foi tomada: eu. quero. ser. feliz. O que não me fazer bem, eu vou descartar. Sei que pode ser uma decisão radical e que, se não pensarmos direito, podemos tirar de nossa vida coisas que são importantes. Mas eu não disse que não vou pensar. Eu apenas me cansei de estar com pessoas, de fazer coisas, de ter planos que não me fazem bem. Vou ser um pouquinho egoísta sim.

...


Eu também decidi voltar com os posts grandes neste blog. E também decidi mudar um pouco o rumo que ele vai tomar. Ele está instrospectivo e amargo demais. Eu sinto falta de escrever sobre cultura, de voltar a postar meus textos, meus poemas, algumas músicas...

Eu preciso disso.

...


Está na hora de voltar a ser o popplagið.

Mas vamos esperar mais um pouquinho. As mudanças sempre precisam ser feitas com calma ou elas não dão certo. Obviamente, vocês devem estar achando que estou voltando ao passado, ao retomar o nome popplagið. Mas não tem nada a ver. Eu apenas estou voltando ao que eu era, mas com tudo que aprendi...

Hmmm... então é diferente... Acho que não vou voltar com popplagið não...

Acho que vou adotar nýja lagið... :)
Eu queria falar com uma pessoa hoje, mas até agora (quase meia noite), ela não entrou...

...*suspiro*...

Hoje não foi um dia legal. Quando acordei estava fodido de gripe - quase me sufoquei uma hora por não conseguir respirar - e acabei não indo a faculdade. Fiquei em casa descansando, tomando remédio e chá.

Não comi nada o dia inteiro e quando eu e meu irmão resolvemos pedir algo, tivemos uma discusão fodida. Acontece. Depois de pedir uma pizza que eu não queria comer, ainda descubro que a puta da empregada comeu quase todo meu pedaço.

Então eu estou aqui, postando, chateado, com fome. Eu tenho que me acalmar ou essa gripe não vai passar.

É muito legal passar o dia inteiro apenas com 2 ovos mexidos, 2 colheres de sopa de purê de batata e uma fatia de pizza na barriga. Se bem que eu não como muito mesmo...

...*suspiro*...

why does life have to SUCK sometimes?

4.11.03

O fotolog voltou, mas agora estou com problemas nos comentários aqui do blog...

3.11.03

Sentimentos. Relacionamentos. Tudo na minha vida acontece de maneira intensa. Tudo na minha vida segue um padrão aparentemente pré estabelecido por alguma força maior. Essa força me leva a fazer besteirinhas e a pessoas que eu amo muito se afastarem ou fazerem besteironas.

Não estou me sentindo bem. Esse post é sobre o Tim Festival. E eu queria que quinta feira nunca tivesse acabado. Sexta feira foi o dia perfeito. E sábado pôs tudo a perder. Existem pessoas que não vão entender nada do que estou escrevendo. Existem pessoas que vão ficar chateadas com o que estão lendo. Mas eu preciso escrever. Já que não quero nem posso contar para ninguém, ao menos a música rock precisa saber.

O show da Beth Gibbons foi explendoroso. Principalmente a jam realizada no final de "Funny Time of the Year". Um post-rock dos bons - quando ninguém esperava.

Não vi K.D. Lang, porque não gosto.

Sexta feira foi um dia gostoso. Cheguei cedo e peguei o Whirlwind Heat - uma grande promessa no quesito rock and roll. Logo após, tocou uma banda brasileira, Fellini, que nem merece ser citada aqui.

O Super Furry Animals veio em seguida, para mostrar o melhor show da noite. Músicas lindas como Hello Sunshine, uma produção visual de primeira e uma crítica aos governantes em geral - especialmente a Bush. Fera.

Rapture tocou em seguida para ser apenas melhor do que eu esperava. O esperado White Stripes não fez nada além do que eu esperava - foi um show divertido e barulhento. A Meg White canta melhor do toca bateria e isso é fato. Talvez até toque teclado melhor do que bateria. O Jack White é um roqueiro de primeira. Mas a versão sem baixo de Seven Nation Army decepcionou.

Cansado, não vi o show do Gotan Project inteiro, mas o pouco que vi me agradou. Eles sabem o que fazem.

Sábado. Antes de ir ao MAM, bebi com Inês e Clarice. Chegando lá, encontrei a Cecília, amiga que não via a um tempo e isso me agradou. Ao entrar no TIM STAGE, tudo estava bem - a primeira música tocada pelo trio indie (Zé, Gordinho e Edinho) foi Pot Kettle Back do maravilhoso Wilco.

Peaches, a Tati quebra barraco importada, tocou em seguida. Nisso, a noite começou a decair até um desfecho lamentável onde terminei chorando de decepção.

Dormi na casa da Inês e conheci o violonista do Tira Poeira (irmão dela) - um cara legal. O som deles merece sucesso. Pena que não pude conferir. O White Stripes atrapalhou. Se bem que nada na sexta atrapalhou.

Pff... Estou me lembrando de uma coisa contraditória agora...

Está na hora de ir. Estou com vontade de vomitar. De novo.