15.1.05
vocês já escutaram gastr del sol?
dave grubbs é o mentor da banda. ex-squirrel bait (banda que deu origem à banda expoente do post-rock, slint) e ex-bastro, o senhor grubbs começou a experimentar com sonoridades fragmentadas e músicas sem estrutura aparente no final da bastro. ausentando-se por uns tempos, decidiu mudar o nome da banda para gastr del sol e o enfoque também.
o gastr del sol fez com que um cara chamado jim o roarke aparecesse ao mundo.
recomendo! :)
dave grubbs é o mentor da banda. ex-squirrel bait (banda que deu origem à banda expoente do post-rock, slint) e ex-bastro, o senhor grubbs começou a experimentar com sonoridades fragmentadas e músicas sem estrutura aparente no final da bastro. ausentando-se por uns tempos, decidiu mudar o nome da banda para gastr del sol e o enfoque também.
o gastr del sol fez com que um cara chamado jim o roarke aparecesse ao mundo.
recomendo! :)
31.12.04
25.12.04
18.11.04
12.11.04
fazia bastante calor quando entrei na galeria vip para comprar meu ingresso para o show do nada surf - o vento gelado do ar condicionado do local acalmou um pouco minha excitação e fez-me pensar melhor. "que tal uma passadinha na musicale antes?"
e para a loja fui. dentro estava abafado e com um cheiro de detergente forte, daqueles feitos para exterminar qualquer vestígio de bactéria mas não necessariamente funcionando. caso não saibam, musicale é uma loja que vende discos e cd's usados, geralmente em boas condições e por um preço razoável. mas mal sabia eu que a loja me faria descobrir, nesse dia, uma das bandas mais importantes do cenário indie norte americano, o consonant.
ao dar uma passada pelos cd's, encontro na letra C um com uma capa muito interessante - um design realmente bacana - e a banda com um nome muito sugestivo. "consonant, é? deve ser banda indie."
levei o compacto ao player e mandei ver o som. a primeira música logo me impressionou, com guitarras pesadas, vocal introspectivo - mas seguro - e uma bateria concentrada apenas nos pratos e no bumbo. a caixa é tocada apenas umas três ou quatro vezes na música inteira. me impressionou de imediato. comprei o disco.
ao chegar em casa, fui cavar mais detalhes dessa tal consonant e descobri que a banda foi produzida por um dos integrantes do ótimo shellac e que o principal compositor, guitarrista e vocalista da banda havia feito parte da ótima mission of burma - estava parado havia anos, alegando "artistic block". compreensível. mesmo porque ele voltou com gás total e consoantes também.
muitas coisas boas saem dessa ceninha indie de massachussets eim?
e para a loja fui. dentro estava abafado e com um cheiro de detergente forte, daqueles feitos para exterminar qualquer vestígio de bactéria mas não necessariamente funcionando. caso não saibam, musicale é uma loja que vende discos e cd's usados, geralmente em boas condições e por um preço razoável. mas mal sabia eu que a loja me faria descobrir, nesse dia, uma das bandas mais importantes do cenário indie norte americano, o consonant.
ao dar uma passada pelos cd's, encontro na letra C um com uma capa muito interessante - um design realmente bacana - e a banda com um nome muito sugestivo. "consonant, é? deve ser banda indie."
levei o compacto ao player e mandei ver o som. a primeira música logo me impressionou, com guitarras pesadas, vocal introspectivo - mas seguro - e uma bateria concentrada apenas nos pratos e no bumbo. a caixa é tocada apenas umas três ou quatro vezes na música inteira. me impressionou de imediato. comprei o disco.
ao chegar em casa, fui cavar mais detalhes dessa tal consonant e descobri que a banda foi produzida por um dos integrantes do ótimo shellac e que o principal compositor, guitarrista e vocalista da banda havia feito parte da ótima mission of burma - estava parado havia anos, alegando "artistic block". compreensível. mesmo porque ele voltou com gás total e consoantes também.
muitas coisas boas saem dessa ceninha indie de massachussets eim?
2.11.04
cara.
como slint consegue ser tão bom? estou escutando o spiderland provavelmente provavelmente pela milésima vez e é um disco sempre surpreendente e inovador - tendo sido gravado a mais de dez anos! possivelmente é um daqueles discos que muitos chamam "atemporais".
não só o slint era uma puta banda de estúdio, com seus tempos fragmentados, suas mudanças subtas de volume, sua voz soturna - muitas vezes nada mais que um sussurro -, como também era sensacional ao vivo. comprovei isso quando baixei um bootleg deles - tocando em chicago em 89.
o show tem versões interessantes de "nosferatu man", "breadcrumb trail" e "good morning captain" - sendo que essas duas ultimas estão sem o vocal, e "nosferatu..." está com a voz completamente diferente. o concerto tem também uma música inédita (desconfio que minha versão esteja com problemas, visto que no meio da música entram uns barulhos completamente desconexos) e músicas do primeiro disco da banda, tweez.
mais interessante é escutar the for carnation após a dose incessante de slint e ver que brian mcmahan continua o mesmo - apenas mais velho, mais maduro.
e mais quieto.
como slint consegue ser tão bom? estou escutando o spiderland provavelmente provavelmente pela milésima vez e é um disco sempre surpreendente e inovador - tendo sido gravado a mais de dez anos! possivelmente é um daqueles discos que muitos chamam "atemporais".
não só o slint era uma puta banda de estúdio, com seus tempos fragmentados, suas mudanças subtas de volume, sua voz soturna - muitas vezes nada mais que um sussurro -, como também era sensacional ao vivo. comprovei isso quando baixei um bootleg deles - tocando em chicago em 89.
o show tem versões interessantes de "nosferatu man", "breadcrumb trail" e "good morning captain" - sendo que essas duas ultimas estão sem o vocal, e "nosferatu..." está com a voz completamente diferente. o concerto tem também uma música inédita (desconfio que minha versão esteja com problemas, visto que no meio da música entram uns barulhos completamente desconexos) e músicas do primeiro disco da banda, tweez.
mais interessante é escutar the for carnation após a dose incessante de slint e ver que brian mcmahan continua o mesmo - apenas mais velho, mais maduro.
e mais quieto.
23.10.04
22.10.04
18.10.04
19.9.04
sabem? eu quero voltar mesmo com a lp. não que seja um som mais fácil de tocar. não que seja mais difícil whatsoever. não que seja exatamente o som que quero fazer. não que se afaste totalmente do som que quero fazer. mas é que sinto muita falta de tocar aqueles indie rocks que tocava quando nem sabia o que era isso. e também, falta de tocar com o luiz, meu parceirão de longa data. quando a gente vai poder se unir e voltar a fazer aquelas músicas de revolta adolescente? haha. saudades.
ah. e uma coisa. cansei de falar de meus problemas nesse blog. vou falar só de música agora. e também, das minhas bandas, porque algo narcisista eu preciso manter. apenas pelo hábito.
ah. e uma coisa. cansei de falar de meus problemas nesse blog. vou falar só de música agora. e também, das minhas bandas, porque algo narcisista eu preciso manter. apenas pelo hábito.
16.9.04
terça feira, logo após o show do GRAM (que foi magnífico, por sinal), dei uma olhada na banquinha de cds e acabei por comprar o lp debutante do valv, por 15 reais. o disco foi lançado pela midsummer madness, do lariú - caso não saibam quem é, dêem uma checada no blog da maldita - volta e meia ele discoteca lá. a banda conta, neste álbum, com a participação especial de fernanda takai, do pato fu, na música que dá título ao disco - the sense of movement - além de john, também do pato fu, na produção da mesma música.
o valv é uma banda de bh que faz um som influenciado por bandas como sonic youth, kent e swerdriver, formada em 2000.
the sense of movement pega onde o ammonite (primeiro lançamento da banda, um ep) parou e apresenta sonoridades mais coesas e, embora possa parecer um disco difícil numa primeira escuta, existe escondido por trás um forte apelo pop que é apresentado após algumas ouvidas. o valv abusa de distorções bem altas e também de alguns clichês do post rock e do indie rock, mas sai do comum ao esbarrar no shoegaze. a pressão da banda é percebida principalmente na música de número 7, between the knees, uma porrada do início ao fim. a participação de fernanda takai em nada acrescenta ao disco. talvez, se ela cantasse uma música inteira sozinha...
como uma das melhores bandas do "cenário indie nacional" (pfffffffffff), é uma boa compra, pois dá para sentir o cheiro de algo muito maior vindo do valv num futuro próximo.
o valv é uma banda de bh que faz um som influenciado por bandas como sonic youth, kent e swerdriver, formada em 2000.
the sense of movement pega onde o ammonite (primeiro lançamento da banda, um ep) parou e apresenta sonoridades mais coesas e, embora possa parecer um disco difícil numa primeira escuta, existe escondido por trás um forte apelo pop que é apresentado após algumas ouvidas. o valv abusa de distorções bem altas e também de alguns clichês do post rock e do indie rock, mas sai do comum ao esbarrar no shoegaze. a pressão da banda é percebida principalmente na música de número 7, between the knees, uma porrada do início ao fim. a participação de fernanda takai em nada acrescenta ao disco. talvez, se ela cantasse uma música inteira sozinha...
como uma das melhores bandas do "cenário indie nacional" (pfffffffffff), é uma boa compra, pois dá para sentir o cheiro de algo muito maior vindo do valv num futuro próximo.
13.9.04
8.9.04
é engraçado, e ao mesmo tempo muito triste, olhar meu computador do jeito que está: zerado. formatei o drive C. estou sem nenhuma mp3, sem nenhum jogo... enfim, meu computador parece que chegou da loja agora, com aqueles errinhos iniciais de instalação de drivers até. a única coisa que anda me provando o contrário é meu mouse, que está bem surrado e mal anda para a esquerda e os ligeiros crashes, que ainda me deixam fulo da vida.
eu consegui salvar apenas o ragnarok online (há! o vício eu não abandono) da destruição total. sei que sentirei muita falta de escutar meus discos favoritos, mas dou graças por ter salvo alguns em cds.
estou sem saber muito bem como reagir a esta mudança, visto que é a primeira vez que zero meu computador. estou até sem icq! tudo que fiz foi catar as atualizações do windowns, o mozilla e o slsk. perdi com meu hd antigo e-mails importantes para mim, coisas que nunca mais verei.
será que meu computador resolveu apagar meu ano passado? posso estar ficando maluco, mas realmente acredito que essas maquinas tem vontade própria. volta e meia me pego chingando e praguejando meu pc quando ele começa a reclamar de conflitos internos. ha!
já chega desse papo. como foi o feriado de vocês? bom? amanhã é volta as aulas.
eu consegui salvar apenas o ragnarok online (há! o vício eu não abandono) da destruição total. sei que sentirei muita falta de escutar meus discos favoritos, mas dou graças por ter salvo alguns em cds.
estou sem saber muito bem como reagir a esta mudança, visto que é a primeira vez que zero meu computador. estou até sem icq! tudo que fiz foi catar as atualizações do windowns, o mozilla e o slsk. perdi com meu hd antigo e-mails importantes para mim, coisas que nunca mais verei.
será que meu computador resolveu apagar meu ano passado? posso estar ficando maluco, mas realmente acredito que essas maquinas tem vontade própria. volta e meia me pego chingando e praguejando meu pc quando ele começa a reclamar de conflitos internos. ha!
já chega desse papo. como foi o feriado de vocês? bom? amanhã é volta as aulas.
5.9.04
estou um pouco sumido. não apenas deste blog - várias pessoas andaram reclamando que "sumi". algumas até alegaram que talvez eu tivesse descoberto algum jogo novo de playstation e outras pensaram que eu estivesse doente. talvez, "doença" é a palavra que mais se aproxime de minha ausência.
é fato que estou recluso. ando sem vontade, muitas vezes, de conversar. parece que estou passando por mais um de meus momentos de mudança. eu já discorri muito sobre isso aqui. e gosto de mudar. é necessário. como fazer um ok computer e um kid a e continuar sendo a mesma coisa.
outra coisa também é que, relendo meu textos, percebo que muitos deles nem deveriam ter sido escritos. minha impetuosidade está me custando caro para comigo mesmo. alguma coisa perfeccionista está me cobrando deleta-los. mas me pergunto mesmo se devo fazê-lo, já que eles representam algo que fui (ou que ainda sou? - talvez até mesmo este post não devesse existir).
talvez eu tenha medo de apagar meus escritos. contam tantas coisas, lembram-me tantos eventos. uma agenda de lembranças, do passado. como se eu quisesse ver o que teve para fazer dia tal, se quisesse relembrar de uma possível tristeza, se quisesse rever os mesmos problemas de sempre.
ando achando-me simplório. talvez seja uma fase, talvez eu tenha sempre sido assim. antigamente, o tênis, a calça e a camiseta não serviam. precisava de algo mais. me contento, agora (e que se frise esse agora), com o novo tênis que comprei e com uma camiseta do meu irmão.
isso significa algo?
é possível que eu esteja me cansando um pouco de tentar parecer tanto para as pessoas, mas isso significaria que estou andando em círculos e voltando a ser quem eu era quando fui à pelotas.
não, não, não, hopefully not.
hopefully not. hmmmmm.
é fato que estou recluso. ando sem vontade, muitas vezes, de conversar. parece que estou passando por mais um de meus momentos de mudança. eu já discorri muito sobre isso aqui. e gosto de mudar. é necessário. como fazer um ok computer e um kid a e continuar sendo a mesma coisa.
outra coisa também é que, relendo meu textos, percebo que muitos deles nem deveriam ter sido escritos. minha impetuosidade está me custando caro para comigo mesmo. alguma coisa perfeccionista está me cobrando deleta-los. mas me pergunto mesmo se devo fazê-lo, já que eles representam algo que fui (ou que ainda sou? - talvez até mesmo este post não devesse existir).
talvez eu tenha medo de apagar meus escritos. contam tantas coisas, lembram-me tantos eventos. uma agenda de lembranças, do passado. como se eu quisesse ver o que teve para fazer dia tal, se quisesse relembrar de uma possível tristeza, se quisesse rever os mesmos problemas de sempre.
ando achando-me simplório. talvez seja uma fase, talvez eu tenha sempre sido assim. antigamente, o tênis, a calça e a camiseta não serviam. precisava de algo mais. me contento, agora (e que se frise esse agora), com o novo tênis que comprei e com uma camiseta do meu irmão.
isso significa algo?
é possível que eu esteja me cansando um pouco de tentar parecer tanto para as pessoas, mas isso significaria que estou andando em círculos e voltando a ser quem eu era quando fui à pelotas.
não, não, não, hopefully not.
hopefully not. hmmmmm.
1.9.04
30.8.04
é deveras necessário separar o autor do que está escrito. depois que um texto toma forma - que o escritor o termina - ele não é mais de quem o escreveu, e sim, das pessoas que o lêem. não existe, portanto, uma visão unilateral de um texto, porque as pessoas têm opiniões e vivências diferentes sobre um mesmo escrito. logo, dizer que gostar de textos de pessoas de quem você não gosta é plenamente plausível e compreensível. da mesma maneira que muitas pessoas quando lêem felicidade interpretam como "alegria douradoura", enquanto eu interpreto como "orgasmo".
não queiram entender o "porque" desse post, ou porque ele está tão mal escrito. eu não ando me entendendo ultimamente, então eu prefiro ficar sem entender por uns tempos. também não ando conseguindo fazer nada e minha vida está estagnada. de fato, criou-se uma estabilidade e é bom segurar-me um pouco nela, mas ela precisa ser quebrada pois é falsa.
as coisas não poderiam estar mais ociosas. nada acontece. apenas a velha rotina e alguma diversão e algumas esperanças e alguma tristeza e alguns orgasmos e algumas músicas e a falta de inspiração e a falta ou não de sono. entre outras coisas/estados/fatores/sentimentos/etc que não estou me recordando agora.
fazer o que? meus textos são para ninguém. e ninguém realmente gosta da minha banda. porque eu tenho uma banda só.
bah. puta brainstorm.
não queiram entender o "porque" desse post, ou porque ele está tão mal escrito. eu não ando me entendendo ultimamente, então eu prefiro ficar sem entender por uns tempos. também não ando conseguindo fazer nada e minha vida está estagnada. de fato, criou-se uma estabilidade e é bom segurar-me um pouco nela, mas ela precisa ser quebrada pois é falsa.
as coisas não poderiam estar mais ociosas. nada acontece. apenas a velha rotina e alguma diversão e algumas esperanças e alguma tristeza e alguns orgasmos e algumas músicas e a falta de inspiração e a falta ou não de sono. entre outras coisas/estados/fatores/sentimentos/etc que não estou me recordando agora.
fazer o que? meus textos são para ninguém. e ninguém realmente gosta da minha banda. porque eu tenho uma banda só.
bah. puta brainstorm.
26.8.04
duas coisas:
- quando voltei da faculdade, estava um pouco cansado e acabei adormecendo. nisso, tive um sonho muito fera, que gostaria de compartilhar com vocês. mas daria um trabalho muito grande escrever tudo, então, o que fica aqui é apenas a menção à esse sonho. e quem sabe, as lembranças que a festa surreal, as galera cantando no ônibus e o ápice se tornem realidade.
- voltei a jogar final fantasy tactics. não adianta. nunca vão fazer jogo melhor que esse. eu estava lá, entretido com o (ótimo) ragnarok online, jogando todo dia, até que botei o fft para rodar e o ro foi para o lixo. viva a square que faz esses jogos lindos. :~
até.
- quando voltei da faculdade, estava um pouco cansado e acabei adormecendo. nisso, tive um sonho muito fera, que gostaria de compartilhar com vocês. mas daria um trabalho muito grande escrever tudo, então, o que fica aqui é apenas a menção à esse sonho. e quem sabe, as lembranças que a festa surreal, as galera cantando no ônibus e o ápice se tornem realidade.
- voltei a jogar final fantasy tactics. não adianta. nunca vão fazer jogo melhor que esse. eu estava lá, entretido com o (ótimo) ragnarok online, jogando todo dia, até que botei o fft para rodar e o ro foi para o lixo. viva a square que faz esses jogos lindos. :~
até.
24.8.04
funny.
a lírio branco (fotolog.net/liriobranco) acabou de fazer uma participaçãozinha especial num show de bandas da arte música (uma escola de música aqui da barra). tocamos desfalcados de baterista e de guitarra mas foi engraçado e divertido. estava precisando de um incentivo desses.
o set-list:
1 - meia cinza
2 - chorar
3 - nova
4 - sun
é isso, gente. até a próxima.
a lírio branco (fotolog.net/liriobranco) acabou de fazer uma participaçãozinha especial num show de bandas da arte música (uma escola de música aqui da barra). tocamos desfalcados de baterista e de guitarra mas foi engraçado e divertido. estava precisando de um incentivo desses.
o set-list:
1 - meia cinza
2 - chorar
3 - nova
4 - sun
é isso, gente. até a próxima.
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