2.3.04

Ingredientes: 2 ovos, 4 a 5 tiras de bacon congelado, 1 colher de sopa de manteiga, 3 pedaços de pão de forma, 1 colher e meia de sopa de requeijão, sal e pimenta a gosto.

Modo de preparo: Em uma frigideira grande, coloque as fatias de bacon e leve ao fogo alto. Nisso, enquanto você está ouvindo Unkle - Rabbit In Your Headlights, perceba que o bacon começa a cozinhar - corte-o na própria frigideira em pedaços e deixe tostar. Coloque metade da manteiga para que o bacon não grude. Quando a carne estiver bem tostada, coloque o resto da manteiga e os ovos. Abaixe o fogo - deixe-o bem leve - e, se quiser, coloque um pouco de leite para que os ovos fiquem macios.

Assim que os ovos cozinharem, apague o foto. Pegue as 3 fatias de pão, enquanto está escutando The Coral, e Passe requeijão nelas. Está pronto para servir.

ps.: foi realmente espantamente boa a seleção de clipes que a emetevê colocou hoje de manhã. muito boa mesmo...

1.3.04

Estava a ler as conversas gravadas que tenho com várias pessoas importantes e percebi que eu devo ser aquele tipo de amigo que questiona todo mundo.

Também notei o quanto mudei em pouquíssimo tempo e como tudo isso foi bom para mim. Aprendi a me estruturar mais, acho.

I just thought you would like to know.

29.2.04

"Por que doi-me tanto olhar em seus olhos meu reflexo de frieza?"
Tá, eu estou lendo o Harry Potter e a Ordem da Fênix de novo. Muitos de vocês vão se perguntar porque estou fazendo isso - o que é uma questão extremamente válida, já que eu mesmo me questiono muitas vezes sobre isso. Mas, verdade seja dita: dona Rowling escreve realmente muito bem. Ela consegue prender a atenção para cada página.

Eu vou a ler apenas para ler alguma coisa. Eu queria ter "O homem duplicado" do Saramago no meu criado-mudo, mas o preço do livro o faz proibitivo. Ao menos por enquanto.

Hoje (melhor seria dizer ontem, já que passam das seis da manhã) fui ao festival Ruído, que aconteceu no Ballroom. Tocaram seis bandas - duas realmente me surpreenderam. Ludov, uma banda paulista, faz um dos sons mais criativos que já escutei. Arranjos legais mesmo. O Wonkavision me surpreendeu não pelo som - weezer demais - mas sim pela beleza da baixista e da tecladista. Mas elas não tocavam lá essas coisas não, sejamos sinceros.

O Show do Walverdes, a banda que fui ver, foi fera. Rock and Roll. Rolaram covers de Stooges, Mudhoney (!!!!!!!!!!!!) e Black Sabbath. Se parar para pensar, Walverdes realmente tem bastante coisa de Mudhoney. Apenas estranhei o cover porque foi a primeira vez que vi alguém fazer um cover deles e conseguir ser mais tosco. Fera, fera, fera...

Ontem (ou antes de ontem) teve uma festa ótima na Nautillus - Clube do Inferno foi o nome da mesma. Rolaram strippers, zé discotecando, filmes sobre canibalismo e o Matanza tocando para umas boas risadas. Isso sem contar meus colegas estrangeiros bebados e pulando feito uns malucos enquanto a banda estava tocando. Fera! Haha!

Ah! Encontrei com Cecília ontem no Ballroom. Bacana, nunca esperava encontrá-la por lá.

Enfim. Depois de amanhã, começam as aulas. Estou ansioso. Mas eu bem que poderia ficar um pouquinho mais de férias. :b

Abraços.

27.2.04

Com os pensamentos on-hold, vou seguindo minha vida com pouco para dizer e muito para fazer. Afinal, agora é começo de período e esse será o semestre que concluirei dois anos de faculdade. É, meu amigo, quarto período, já posso ser considerado veteran"ão".

Agora é que minha vida vai começar.

- Talvez eu vá passar 1 ano no exterior. Ainda estou pensando sobre a idéia. Seria na Holanda.

- Vou morar sozinho.

- Vou tirar minha carteira.

- Minha banda voltou.

Entre outras coisas. Vamos ver se esse 2004 promete mesmo...

26.2.04



Olhem que coisa mais linda...

Bright Eyes - False Advertising

On a string I was held. The way that I move, can you tell? My actions are orchestrated from above. So I swing and I sway. Wave my hand. Kick my leg.

And it is always right with the music. "Until all that swinging starts to make you sick" For a song I was bought. Now I lie when I talk with a careful eye on thecue card. Onto a stage, I was pushed with my sorrow well rehearsed.

So give me all your pity and your money. Now. "We used to think that sound was something pure" If I could act like this was my real life and not some cage where I've been placed, then, I could tell you the truth like I used to and not be afraid of sounding fake. Now all that anyone is listening for are the mistakes. In a house, by myself, I hear the ice start to melt and watch rooftops weep for the sunlight. And I know what must change. Fuck my face. Fuck my name. They are brief and false advertisements for a soul I don't have. Something true I have lacked and spent my whole life trying to make up for. But I found in a song and in the people I love. They will lift me up out of darkness. And now my door, it stands open stands open. I am inviting everyone in. We will laugh. We're gonna
drink until the morning comes. That's what we are going to do. Come on!!

Por que existem certos artistas que conseguem retratar sua vida em apenas algumas palavras
Sigur Rós é sempre uma banda que tira uma lágrima de meus olhos. Principalmente quando você se vê preso em casa num dia chuvoso com sentimentos parecidos com o que você vive. Quando o externo reflete no interno.

Eu, provavelmente, já falei milhões de vezes sobre Sigur Rós aqui e zilhões de vezes sobre meus sentimentos. Mas é que um blog não consegue passar muito disso. Muitos gostam de ler bobagens, como piadas, mas eu não sei escrever isso. Já tentei, acreditem - o máximo que consegui foi tirar algumas risadinhas de amigos meus com piadinhas sexuais. Muitos gostam de ler resenhas musicais, mas eu não ando com paciência para fazer isso.

O que sobra é escrever sobre a minha vida. Mas a minha vida compreende a vida de outras pessoas também e não é bom expor outras pessoas a um público muito grande, simplesmente porque a vida é delas. Muitas pessoas zelam demais por sua reputação. Eu acredito que é bobagem - se você agir conforme o que acha certo, conforme seus ideais, os outros também acharão isso. Se chama auto-valorização.

Não dizem que as pessoas só gostam de quem se valoriza?

Voltando, acaba que não tenho nada para escrever. Fico paralizado em frente as teclas do teclado emprestado - é do mac do meu irmão -, meus dedos tilintando, e nada.

A verdade é que eu nunca estou satisfeito com nada por melhor que as coisas estejam. Vou sempre sentir-me medíocre por mais que não seja. Vou sempre ficar deprimido por mais que não tenha razões para isso. Vou enaltecer a tristeza porque a acho realmente bonita - e isso não é saudável. Não que eu queira ser triste, acho que já sou.

Nossa. Que confecional.

23.2.04

É carnaval...

...Portanto os dias andam chatos, a programação da televisão execrável, grandes amigos e pessoas queridas (demais) viajando e existe um ar hipócrita percorrendo qualquer lugar que vou. Mas nem tudo são mazelas; existem algumas coisas boas que estão acontecendo nesse carnaval e eis que vou contar algumas delas, para variar.

Devo me mudar para um apartamentinho (quarto e sala) em copacabana no prazo de uma semana a um mês. Sim, eu vou morar sozinho! O apto é uma graça e terei tudo para fazer meu pequeno paraíso: cama de casal, computador, cerveja gelada na geladeira e, se possível, um sonzinho.

Outra coisa boa desse carnaval é que a cidade está mais vazia - tudo fica um pouco mais calmo. É bem verdade que eu não sei como andam Lapa, Centro, Sapucaí, etc, porque nunca vou para esses lugares. Sambão não é e nunca será algo que me atrai.

Tem mais: o reinício das aulas terá uma surpresa boa, para quem não sabe. Minha querida amiga Bela voltará de sua viagem interminável! Vou deixar um dia separado só para ela, onde sairemos para conversar como nos velhos tempos. Estou morrendo de saudade dela.

A volta às aulas também será o reencontro diário com meus amigos da faculdade, a estréia de meu apêzinho (farei uma open-house - aguardem) e tantas outras coisas bacanas.

Enfim, esse início de período tem tudo para ser bacana. Se não for, ao menos eu tentei fazer com que fosse legal. Porque, apesar de tudo, existem os problemas, as preocupações e os medos. Mas eu não vou falar sobre eles aqui, porque não é o sentimento desse post e eu quero deixar essas "negatividades" de lado um pouquinho.

Bem, pelo menos até as coisas voltarem. Ao normal.

22.2.04




You're Siddhartha!

by Hermann Hesse

You simply don't know what to believe, but you're willing to try
anything once. Western values, Eastern values, hedonism and minimalism, you've spent
some time in every camp. But you still don't have any idea what camp you belong in.
This makes you an individualist of the highest order, but also really lonely. It's
time to chill out under a tree. And realize that at least you believe in
ferries.



Take the Book Quiz
at the Blue Pyramid.



Um ótimo livro. Uma descrição perfeita do que sou.

18.2.04

Não tenho nada para escrever aqui.

Mas ainda assim quero escrever alguma coisa. Sou louco? Não, acho que sou apenas ansioso demais. Está para acontecer algo e eu não aguento esperar - bem do jeito como sou.

Quando alguma coisa ruim está para acontecer, eu não quero que aconteça, mas acontece rapido demais. Sempre assim.

ah, eu não estou falando nada. brainstorm...

15.2.04

Criei um fotopage (to backup my fotolog): starphaser fotopage. Lá vocês vão encontrar algumas fotos de ensaios da Lírio Branco, tiradas pela gente ou pela Manuela Borges.

O jeito é pensar na banda e focar os pensamentos no trabalho. Vamos ver se consigo escapar um pouco do Rio de Janeiro por uns tempos... eu realmente odeio carnaval. Fica tudo cheio, tudo lotado, tudo infernal, tudo alto, tudo samba, tudo mulata, tudo bunda. Eu realmente odeio essas cousas.

Existem outros assuntos a serem pensados mas devo estruturar os pensamentos, ou então, não conseguirei focalizar nada e tudo ficará meio perdido - assim como esse parágrafo.

Já chega.

14.2.04

como o fotolog anda terrível...



:b
Não ando postando nada por aqui. Bem, não tenho muito o que escrever.

O show da Lírio Branco foi fera. Tivemos problemas com grana e acertamento de contas - que aliás, ainda estamos tendo - mas em termos de som e de grupo tudo ocorreu bem. Vou mostrar aqui qual foi a set list do show, e fazer também umas pequenas notas sobre cada música.

1. Intro

2. Sun

3. Cecília

4. Espelho

5. National Anthem

6. Chorar

7. Uísque

8. Meia-cinza


Disseram-me que o vocal saiu um pouco baixo no fundo da casa, mas esses erros acontecem. Minha guitarra poderia estar mais alta também - onde já se viu regular som de guitarra com amplificador no volume 1?

O show do Ashtar foi bacana - mas achei um pouco demorado demais.

Bem, isso é tudo.

Ah. A beamish que tomei antes do show foi fera. really.

7.2.04

Uma brisa andou soprando, dessa vez, não suavemente pelos becos. Essa brisa, assim como a outra, conta a todos seu nome. Dessa vez, quase todas as pessoas escutam. Quando ouvi o nome, não consegui esboçar outra reação a não ser um rosto choroso, onde uma lágrima lentamente escorreu.

A brisa, percebendo que estava eu a ter uma reação pouco comum para ela - mesmo esperando isso de todas as pessoas que ouviam-na e concentiam - pôs-se a conversar comigo. Disse-me que era normal e que geralmente todos não se sentiam bem com ela. E disse sofrer por conta disso, pois não queria ser um peso tão grande quanto as pessoas creditam.

Eu, dessa vez sem saber o que falar, perguntei um simples "Por que?".

A resposta era óbvia - ela não queria ver os outros sofrendo, não gostaria de estar estampada no rosto melancólico de todo verdadeiro artista, de toda pessoa que exprime-se por conta dela. Apesar de ser famosa, apesar muitos a conhece-la, poucos a exploravam da maneira que deveria ser explorada.

Disse-me sentir falta dos grandes romanticos que algumas vezes viam nela o poder para seguir em frente. Disse-me que as cidades grandes estavam corrompendo-a e que ela não sabia mais o que fazer.

Eu disse, então, que ela seguisse seu caminho e que sua expressão era bonita - apesar de doer.

A brisa não sorriu, mas também não chorou: preferiu fitar-me e dar uma palmadinha quente nas costas. E pôs-se a voar novamente para contar seu nome a outras pessoas, pois ela mesma sofria do mal que era seu nome.

E chorava silenciosamente em seu vento quente quando muitos a gravavam com lamúrias associadas a outra brisa que muitas vezes não está presente na vida de ninguém.

5.2.04

Uma brisa anda soprando suavemente pelos becos. Essa brisa conta a todos que passa seu nome mas a maioria não quer entender e duvida muito que ela não esteja de brincadeira. Eu escutei o nome e, ainda que pense como a maioria das pessoas, não consigo deixar um pequeno sorriso esconder-se em meu rosto e passo a andar pelas ruas com a cara um pouco torta.

A brisa, percebendo que estava eu a sorrir, parou seu movimento usual e pôs-se a conversar comigo. Disse-me para que não me iluda, que muitos acreditam que ela não existe mais, entre tantas outras coisas. Isso deixou-me um pouco abalado, mas nada conseguia tirar aquela forma estranha de meu rosto.

O suave vento também contou-me que havia iludido muita gente, inclusive pessoas que ela achou bom ter enganado, no passado, mas que eu não merecia tal ilusão.

Respondi apenas que prefiro viver dessa maneira e que sou feliz assim. Estava decidido a mudar o jeito de pensar da brisa. Portanto, perguntei se ela se sentia bem.

Ela respondeu-me que não, pois ninguém acreditava nela. Ela sofria bastante, mesmo estando muitas vezes errada. Suas intenções eram boas - eu percebi isso. Logo, eu apenas disse a ela que continuasse soprando seu nome. Poucos poderiam realmente compreender o que ela era, mas esses poucos saberiam dar o sorriso torto que eu, em vão, tentava esconder, por minha própria ceticidade.

E ela deu um pio de alegria e saiu a distribuir beijos frios em minha bochecha, agradecendo a atenção e que ela seria melhor depois daquilo. Eu disse a ela que não sabia se eu seria melhor depois, mas que o que ela disse condizia com o que sentia no meu coração.

Tudo isso, apenas porque a Brisa disse-me seu nome e seu nome era tão bonito...

3.2.04

Roubaram o carro do Matheus pela segunda vez. Conseguiram retirar o resto do rádio - haviam tirado apenas a painel num furto anterior - sendo que eu saí perdendo também: meu tão amado Agætis Byrjun estava dentro do cd-player...

Well, what can i say? Shit happens.

Nos veremos em breve - no show da Lírio Branco, espero. :)

31.1.04

Some of you may already have heard the news that Sigur Rós have now left FatCat. Since coming to an amicable agreement with us, they have decided to sign a deal with EMI. Having discovered the band from being virtually unknown and helped build them up into a position they now find themselves, we wish the band all the best for the future and hope that EMI will provide them with the both the creative freedom, nurturing care and attention to detail that they received here.

- Esse foi o primeiro parágrafo do ultimo e-mail que recebi da fat cat records - eu faço parte da mailing list deles.

Bem, o Sigur Rós foi contratado pela EMI. Isso pode significar apenas duas coisas:
- Ou a banda vai piorar absurdamente para atender aos pedidos da gravadora (creative freedom é realmente algo difícil de se obter com big shots)
- Ou a banda vai gravar sua masterpiece com um produtor foda que só a gravadora pode bancar.

Vamos esperar.

Observação: agora que o sigur rós saiu da fatcat, acho que vou sair da mailing list. Se bem que ainda tem o Múm. hmmm.

27.1.04

- Assim que quer, assim será, eu vou para não voltar!
- Toma esse anel, que é para anular o céu, o sol, o mar.
- Eu não queria ir assim tão triste, triste...
- Vem dizer adeus ao que restou de quem um dia foi feliz.

Há de encontrar um encantador. Um novo ou velho amor vai te levar leve a vagar prum lar de fina-flor. E você vai ser mais feliz longe de mim. Por isso eu vou mas não me peça para amar outra mulher que não você.

Sei que seu fel fenecerá em nome de nós dois... a chuva do céu se encerrará para ver nosso depois. Como vai ser ruim demais olhar o tempo ir sem ver os seus abraços, seu sorriso ou suas rimas de amor.


***

Adeus você. Eu hoje vou pro lado de lá. Estou levando tudo de mim que é pra não ter razão pra chorar. Vê se te alimenta e não pensa que eu fui por não te amar. Cuida do teu pra que ninguém te jogue no chão. Procure dividir-se em alguém, procure-me em qualquer confusão. Levanta e te sustenta e não pensa que eu fui por não te amar.

Quero ver você maior, meu bem. Pra que minha vida siga adiante. Adeus você. Não venha mais me negacear. Seu choro não me faz desistir, seu riso não me faz reclinar. Acalma essa tormenta e se agüenta, que eu vou pro meu lugar.

É bom, às vezes, se perder sem ter porque, sem ter razão. É um dom saber envaidecer, por si, saber mudar de tom. Quero não saber de cor, também. Para que minha vida siga adiante.

***

Marcelo Camelo explicando com maestria o que foi o final de meu ultimo relacionamento. Quisera eu escrever tão bem quanto ele.

26.1.04

Esse último final de semana foi demasiado engraçado e curioso. Eis aqui o que aconteceu.

Sábado fui na festa da mãe da Lela, com o Matheus, logo depois tomar um chope caro no Belgium Beer Paradise. Foi engraçadissimo... Primeiro que quando chegamos, percebemos que o público lá era mais velho - o que rendeu algumas cenas engraçadas, como a senhora que chegou em mim - "minha coisinha mais linda" - pratos de macarrão, um cara cheirando no banheiro, entre outras coisas. Isso sem contar que a Nana Gouveia estava na festa e meu primo continuava repetindo que a meta dele na noite era "pegar" essa moça.

heh.

Ontem, acabei indo na Sundae Tracks (para não ficar com aquele gosto ruim se eu não conseguir entrar na Maldita hoje...) e foi bem bacana. O Lascivia Lula tocou e o show deles é bem animado, com umas guitarrinhas bem interessantes. E a Matriz estava com um público bem diferente - muitas pessoas bonitas e diferentes do usual "eu-uso-preto-e-corrente-e-piercing-e-sou-indie". Não que isso tenha algo de errado.

Acabamos saindo cedo de lá porque não tinha mais nada para se fazer. Voltamos para a casa e abalamos numa lasanha fera que tinha lá. bem. é isso, abraços.